A Prefeitura de Uberlândia realizou na manhã desta quinta-feira (9) uma ação educativa no semáforo do entroncamento das avenidas Segismundo Pereira e João Naves de Ávila e também na Getúlio Vargas nas proximidades da ponte do Rio Uberabinha, com o objetivo de alertar os motoristas sobre queimadas e descarte ilegal de lixo, ainda em comemoração a Semana do Meio Ambiente.

Houve a distribuição, sacolas de linho para carros, mudas e sementes de árvores frutíferas e nativas, além de panfletos educativos que ressaltam os prejuízos causados pela queima, em terrenos baldios ou desocupados, de lixo doméstico, pneus, móveis velhos, eletroeletrônicos, restos de poda de árvore e mato. Segundo o encarte, a queima destes materiais pode atingir a rede elétrica, empobrecer o solo, matar animais e plantas e liberar gás carbônico, contribuindo para o aquecimento global. Além disso, o panfleto ressalta os problemas de saúde causados em decorrência da poluição do ar.

“Temos que sensibilizar para as pessoas se conscientizarem. Não vamos resolver o problema, mas vamos alertar”, ressaltou Marina Rocha, diretora de Desenvolvimento Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente, pasta responsável pela ação. Colaboraram com a iniciativa, as secretarias de Prevenção às Drogas e Segurança Cidadã; de Trânsito e Transportes; e de Governo, por intermédio a Superintendência da Pessoa com Deficiência; além da Policia Militar Ambiental e de uma empresa de cursos profissionalizantes.

Sobre a Semana do Meio Ambiente

Para o ano de 2016 o tema escolhido para o dia e semana do Meio Ambiente foi “Luta Contra o Comércio Ilegal de Animais Silvestres”. A data oficial é 05 de junho e foi formalizada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. No entanto, a PMU estendeu os eventos para ampliar o debate e conscientizar as pessoas.

Segundo o policial militar ambiental, Sargento Sivonaldo, que participou da panfletagem, a cidade de Uberlândia está na rota do comércio ilegal de animais silvestres. Os pássaros como os papagaios, canários, araras e tucanos são os animais mais traficados e comercializados de forma ilegal. “Temos observado também um aumento no comércio e cativeiro de animais exóticos, que não pertence a nossa fauna e que se for solto poderá desencadear um desequilíbrio ao ecossistema”, alertou.

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Secom