Em agosto de 2014, Anitta entrou com um processo na Justiça do Rio contra a K2L Empresariamento Artístico, empresa de Kamilla Fialho, com quem trabalhava desde junho de 2012. Ela acusava a empresa de ter desviado cerca de R$ 2,5 milhões de seu patrimônio, ao emitir, durante o período, 21 planilhas que nunca foram assinadas por contadores.
No entanto, em outubro do mesmo ano, a justiça não aceitou os argumentos de Anitta e a obrigou a depositar R$ 3 milhões em juízo para garantir que terá recursos para fazer o pagamento da multa rescisória exigida pela K2L.

Kamilla Fialho pede também indenização por danos morais. A quantia pedida pela empresa é de mais de R$ 7 milhões, mais juros e correção monetária, podendo chegar a um total de R$ 11 milhões.

Se Anitta perder também a ação por danos morais, o total pode chegar a R$ 18 milhões.
E nesta segunda-feira, 28, aconteceu a última audiência no processo que Kamilla Fialho move contra Anitta.

A cantora, no entanto, não compareceu por estar em viagem internacional para comemorar seu aniversário, o que pode ter complicado sua situação no processo. A audiência, que durou mais de seis horas, foi serena.

Sete testemunhas foram ouvidas, sendo três da funkeira –  dentre elas o presidente da Warner Music, Sérgio Affonso.
Os principais pontos que renderam dúvidas à juíza, ainda de acordo com o jornalista, foram referentes à informalidade de algumas negociações “feitas de boca”, prática muito comum no meio artístico.

 O único momento de ‘climão’, foi quando a juíza, Flávia de Almeida Viveiros de Castro, chamou, sem que ninguém soubesse, a oficial de justiça que intimou Anitta a comparecer a audiência. A funcionária contou, na frente de todos, que Anitta foi instruída a não receber ou assinar a intimação.

Ao ouvir isso, a juíza chegou a dizer que Anitta perdeu a oportunidade de falar e que não faria outra audiência.
Após a audiência, foi definido que inicialmente será definida uma perícia para avaliar o valor real da multa relativa à rescisão do contrato entre Kamilla e Anitta.

 O valor médio do cachê da funkeira será levado em conta para essa parte do processo. A partir daí começa a correr o prazo para as alegações finais.

Entre julho e agosto está prevista a sentença final.

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Fonte: TV Foco