As bailarinas do “Programa Silvio Santos”, bastante elogiadas pelo apresentador, que insiste em dizer que “Todo mundo já sabe que essas meninas são mais bonitas que as do Faustão”, falaram sobre suas relações com o dono do SBT em entrevista ao portal Uol.
Elas afirmam que escutam elogios e reclamações de Silvio. “Ele comenta às vezes que umas estão sorrindo felizes, outras estão com o sorriso forçado, mas sempre estão sorrindo”, conta Gabriela Montebelo, umas das bailarinas.

“Teve um dia que ele falou que quanto mais ele reza, mais assombração aparece”, diverte-se a coréografa Luciana Maradei, responsável por ensaiar as 15 bailarinas para vários programas do SBT, entre eles “Programa Silvio Santos”, “Domingo Legal”, “Sabadão” e “Máquina da Fama”.
Sobre a expectativa de crescer dentro do SBT, assim como as bailarinas do Faustão subiram de cargo dentro da Globo, caso de Carol Nakamura, escalada para a próxima trama das 18h, elas não acreditam que seja semelhante a emissora carioca.

“Aqui na casa acho muito difícil porque nós somos o balé, não tem ninguém acima. Como carreira de bailarina, é muito difícil a gente ter essa pretensão de chegar em alguém e crescer na nossa área.

Não temos equipe aqui dentro”, explica Gabriela.
“Sou atriz também, seria legal fazer algo no SBT, mas são setores separados.

Aqui dentro o que percebo é que o balé é muito uma coisa à parte. Ninguém chega pra gente e pergunta, ‘olha você quer fazer um teste?’, pelo menos foi o que reparei”, completa Lia Levin.

Elas também falaram que Silvio Santos costuma cumprimentá-las e tem curiosidade em saber mais detalhes da carreira delas. “Tenho uma história com uma outra bailarina que saiu daqui, ela queria uma foto com ele, ficamos esperando para tirar e na hora ele chamou nós duas no camarim e ficamos conversando.

Silvio queria saber porque ela estava saindo. Pra mim foi uma experiência incrível, ele estava sem maquiagem, sem o terno de Silvio Santos.

Ele perguntou porque ela estava saindo e disse: ‘as portas estão sempre abertas quando você quiser voltar’. Ele queria entender a nossa profissão, como era, quis saber como está a dança fora do Brasil”, lembra Kellin Sacchi.

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Fonte: TV Foco