Identificado por Ana Maria como um “mito para uma geração de jovens que sonha ser repórter”, Caco Barcellos relembrou a sua primeira cobertura jornalística, feita para o “Jornal Nacional” em 1983, após a morte do jogador Mané Garrincha.
Ele confessou que até então nunca tinha usado paletó na vida: “Eu estava ali circulando pelos corredores, quando chegou a notícia da morte dele (Garrincha) e começaram a procurar repórteres. Ninguém me conhecia, eu tinha acabado de chegar na Globo, mas levantei a mão timidamente.

O problema é que eu nunca tinha vestido um paletó”.
Caco afirmou que ficou emocionado com esse início de carreira, porque Garrincha era seu ídolo na infância: “Foi uma tristeza grande porque mexeu com um sonho, eu desejava ser jogador de futebol na infância e meu grande ídolo era o Mané Garrincha.

Foi muito emocionante esse começo”.
O jornalista também falou de outras grandes reportagens da sua carreira, como a cobertura do sequestro de brasileiros por guerrilheiros na Colômbia em 1989, uma enchente no Acre em 2015 e a visita à Índia para um festival em 2013.

Essas e outras histórias foram reunidas por ele no livro “Profissão Repórter 10 anos – grandes coberturas, grandes reportagens”, lançado nesta semana.

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Fonte: TV Foco