Michael Jackson(Foto: Kevin Mazur/WireImage)Segundo um relatório policial relacionado a uma operação realizada na residência de Michael Jackson em 2003, o cantor tinha um lado obscuro. De acordo com o informações divulgadas pelo site americano Radar Online, nesta terça-feira (21), ele colecionava imagens de crianças e de conteúdo mórbido e pornográfico.
As denúncias contra o rei do pop, que faleceu aos 50 anos, voltam à tona prestes a completar sete anos de seu falecimento.

Em 2005, Jackson foi absolvido da acusação de agressão sexual, ao término de um julgamento que durou 14 semanas.
O Radar Online traz um relatório com detalhes sobre numerosos livros, revistas e documentos encontrados em Neverland, a mansão onde Jackson residia na Califórnia.

De acordo com a polícia, o material não configurava crime, mas podia ser parte de uma estratégia de “preparação” através da qual os pedófilos “conseguem reduzir as inibições de suas vítimas e facilitar sua agressão”.
Radar Online reproduziu cenas onde aparecem jovens adultos em cenas sadomasoquistas, além de fotos mórbidas, incluindo torturas de crianças.

 As peças apreendidas e detalhadas no relatório policial também cita imagens de mutilações corporais.
O site ainda cita um investigador não identificado segundo o qual o astro pop possuía “imagens chocantes de tortura de crianças”, que não foram reproduzidas na publicação.

”Os documentos recolhidos [pela polícia] traçam uma imagem sombria de Jackson”, diz a fonte.
Os responsáveis por administrar a fortuna do rei do pop criticaram o Radar Online, denunciando “os que seguem tentando (…) explorar vergonhosamente Michael e ignoram que em 2015 ele foi declarado inocente por um tribunal (…) após ser acusado durante uma caça às bruxas”.

 “Michael é tão inocente destas acusações infames agora que está morto como quando estava vivo, apesar de já não estar aqui para se defender. Basta.


*Agência France Presse

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Fonte: TV Foco