André Lobo/UOL Mariana Rios apresenta o “Se Arrume Comigo” no site do GNT Hoje ela é referência de beleza para seus seguidores nas redes sociais – são 4,4 milhões deles apenas no Instagram, mas a conta aumenta porque ela gosta de usar Twitter, Snapchat, Periscope e o que mais a tecnologia permitir para se comunicar com seus fãs. Mas Mariana Rios já sofreu na infância ao ser chamada de magrela e bambu de cutucar estrela. Nada que afetasse seu amor-próprio, garante.

“Minha autoestima sempre foi lá em cima”, brinca a mineira de Araxá, 30. “Ser criticado, ser defendido, ser elogiado, tudo isso faz parte do crescimento da gente.

Ninguém está livre desse pecado, e você vai criando casca para se defender”, afirma. Apresentadora do quadro “Pergunte a Mari Rios” no “Superbonita”, do GNT, e do programa “Se Arrume Comigo”, no site do canal, a morena se sente em casa ao dar dicas de maquiagem.

O visual impecável é como ela se apresenta diariamente, exceto na hora da academia. Mas, imediatamente depois do banho, o mulherão está de volta.

“Seria infeliz se saísse sem maquiagem (risos). Gosto desde pequena, via minha mãe se arrumar e queria passar batom vermelho, botar cílio.

Era muito vaidosa. Não tem criança que reclama que alguma coisa está apertando, fura a meia-calça? Eu não, ficava impecável”, diz.

  Mas maquiagem é só para se sentir bem, ela diz. As referências de beleza da atriz e cantora são mulheres que ela admira justamente pela naturalidade: Giovanna Antonelli e Julia Roberts.

“Giovanna é maravilhosa, viva, alegra onde passa. A Julia é uma mulher linda e não é plastificada.

Acho que a pessoa se perde muito nisso, é importante aceitar a idade que tem. Se não vai ter sempre a mesma cara.

O legal é ir descobrindo belezas diferentes, ela é o símbolo disso”, analisa. E Mariana diz se sentir bem com a idade que tem, obrigada.

Diz estar em seu momento mais feliz e pleno, aliás. É vegetariana, cuida da alimentação (com mais consciência depois dos 29), faz atividade física, mas sem neuras de mil cremes e dietas malucas.

A única loucura que cometeu até hoje por vaidade foi uma mecha dourada nos cabelos quando era adolescente. “Minha mãe não deixava pintar o cabelo, então peguei papel crepom laranja e passei, com um pouco de água oxigenada.

Aquilo não saía! Tinha várias fotos com essa mecha”, lembra ela, aos risos.  Se a mudança radical for por um personagem, ela pensa duas vezes.

Diz que não encararia alguma transformação física que atrapalhasse a saúde ou a deixasse triste. “Emagrecer demais, engordar demais, ter que raspar cabeça.

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Não sei até onde eu gosto de ser eu mais do que o personagem”, conclui ela.
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Fonte: Uol Televisão