A cantora e compositora Tulipa Ruiz é a entrevistada por Ellen Oléria, Mel Gonçalves e Fefito no programa “Estação Plural” desta sexta (15), às 22h, na TV Brasil. No bate-papo, ela reflete sobre inspiração e conta sua trajetória no universo artístico.
Natureza, urbanidade e sentimentos estão na poesia que Tulipa.

“O que me inspira são lampejos do agora. A inspiração é tão imprevisível e isso é maravilhoso”, define.

 Partindo do princípio de que a inspiração tem algo de divino, o programa aborda o sagrado e o profano.
“Que maluco é pensar no profano sem ser em algo pejorativo, né? Porque o profano não é pejorativo.

Acho que o profano é uma coisa terrestre. Ele não tem muita reflexão, não tem culpa.

O profano é livre”, reflete a cantora.
Com base numa declaração de Maria Bethânia dizendo que o palco é território sagrado, Tulipa Ruiz afirma que concorda com esse conceito.

“É bonito quando a gente entende isso, que o palco é um lugar sagrado, e chega a esse lugar”, destaca.
Natural de Santos, no litoral de São Paulo, Tulipa Ruiz cresceu na cidade São Lourenço, em Minas Gerais.

Durante o Estação Plural, ela conta um pouco da influência cultural da família em sua obra. “Eu cresci nesse ambiente que incitava isso o tempo todo? Então, criar, fazer coisa, desenhar, ouvir música, fazia parte da nossa vida, era natural”, recorda a artista.

O programa falou ainda da iniciativa de um grupo de Goiânia, a terra da Mel, de fazer um censo LGBT, para entender exatamente qual o tamanho da comunidade LGBT na capital goiana e basear as políticas públicas em dados reais. No quadro do dicionário pajubá, o desafio de Tulipa foi descobrir o significado da palavra “Crocodila”.

No ar toda sexta-feira às 22h na TV Brasil, o “Estação Plural” também é exibido pela emissora às segundas, às 23h, na Rádio Nacional FM de Brasília às sextas, às 23h, na Rádio Nacional AM de Brasília, aos sábados, às 11h, e pela Rádio MEC AM do Rio de Janeiro, aos sábados, às 23h.

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Fonte: TV Foco