Quando uma série atinge a popularidade de “Game of Thrones” ou de “The Walking Dead”, é natural que fãs e admiradores encontrem paralelos entre suas histórias e personagens na vida real — em tempos de crise política, os políticos brasileiros têm sido vistos interna e externamente como uma versão mais exagerada de “House of Cards”, por exemplo. Nesta onda há também diversos psicólogos que dedicam suas vidas a escrever livros que colocam os personagens dessas séries no divã. Durante a última edição da WonderCon, em Los Angeles, um dos painéis tinha como objetivo analisar os perfis psicológicos dos habitantes de Westeros, a terra fictícia onde habitam os diversos clãs que disputam o poder em “Game of Thrones”.

Liderado pelos psicólogos Travis Langley (autor de “Psicologia em ‘Game of Thrones'” e “A Psicologia de Batman”), Janina Scarlet (autora de “Psicologia em ‘The Walking Dead'” e psicóloga que usa a cultura geek como elemento de terapia comportamental em seus pacientes), Erin Currie (“Psicologia em ‘Doctor Who?'”), Jenna Busch (“Psicologia em ‘Star Wars'”) e Matt Munson (“Psicologia em ‘Star Trek'”), o painel descreveu em detalhes todas as paranóias que encantam os fieis espectadores da série que volta ao ar em sua sexta temporada neste domingo (24). O UOL acompanhou o painel e preparou um perfil dos principais personagens analisados durante quase uma hora de debate entre os psicólogos e fãs da série.

Mas antes disso, Jenna Busch resumiu o motivo da popularidade da série e dos livros: “Basicamente [eles são populares] porque as pessoas amam assassinato e sexo.” Leia:Cersei Lannister — Traumatizada
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Fonte: Uol Televisão