Joaquina (Andreia Horta)(Foto: Globo/João Cotta)Andreia Hora se emocionou ao falar da sua personagem em “Liberdade, Liberdade”, a Joaquina/Rosa, que é filha de Tiradentes. Assim como o pai, a personagem lutou por um país mais justo ao longo de toda a trama de Mário Teixeira. A novela das 23h chega ao fim nesta semana.

“O final dela é em luta. Uma luta grande, que não para”, afirma Andreia, sem revelar o desfecho da mocinha.

“Eu queria que essa personagem transformasse o Brasil!! É um desejo alto, sei. Mas essa é uma das funções de um artista.

Ele lança luz com suas ideias para um futuro mais possível. O final de Joaquina foi perfeito, na minha opinião.


Andreia conta ainda que se emocionou várias vezes durante as gravações, como por exemplo na sequência com Mateus Solano, em que seu personagem, Rubião, queima o livro que Joaquina herdou de seu pai: “Eram cenas que eu estava louca para fazer, então, já havia uma tensão nisso. O público também estava esperando por aquele momento.


A novela acontece num Brasil hipotético do século XVIII, na capitania Vila Rica, em Minas Gerais. Andreia é só elogios para a sua personagem.

“Queria muito viver essa mulher de vanguarda em um tempo ainda mais sombrio do que hoje. Ela fez meu ofício valer muito a pena”, vibra a atriz.

“Ela é uma mulher pós-feminista. Não defende bandeiras.

As mulheres eram muito subordinadas e a Joaquina tem força de atitude”, emenda Andreia. “Ela tem uma força atávica e desperta sensos de justiça sem contaminação”.

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Fonte: TV Foco