Elke Maravilha morreu na última terça-feira (16), com falência múltipla nos órgãos após uma internação, por conta de uma úlcera, que já durava um mês. No entanto, ela continua viva na memória de todos, basta olhar o seu apartamento, no bairro do Leme, no Rio, mostrado pelo seu irmão, Fred Grunnup.
Ao EGO, ele mostrou que tudo está como ela deixou, com a poltrona vazia na sala, envolta por dezenas de fotografias de Elke, os bibelôs espalhados pela prateleira e os presentes recebidos ao longo de sua vida revelam um pouco mais da grandiosidade da russa que conquistou o Brasil.

Ela morou lá nos últimos dez anos.
Frederico Grunnup, irmão e assessor pessoal de Elke, mostrou tudo que ela deixou para a gente, e as coisas da loira foram todas fotografadas (confira as imagens a seguir).

Ele falou ainda sobre a internação e o agravamento do estado de saúde da irmã: “Foi um processo doloroso inicialmente, mas depois fomos nos preparando”.
“Elke não pensava em morrer, ela sabia.

Ela disse: ‘Eu vou morrer, quero ser enterrada bem bonita’. Ela não ficou triste.

Claro que ela teve algumas dores, mas depois normalizou. Ela dormiu, foi sedada.

Ninguém quer ver ninguém dormir, mas estávamos preparados. Isso vem do nosso pai”, explica ele.

“Quando ele morreu, chamou a Elke e minha mãe e disse que morreria em 15 dias. E assim foi.

Já a Elke não avisou. De uma forma ela sabia que ia, mas não tinha uma data.

Ela sempre estava rindo no hospital. Quando o médico disse que ela ia operar, ela fez careta, brincou.

Não houve um momento de tristeza. Ela manteve o alto astral até o último momento”, completa, emocionado.

A seguir, confira as imagens:
(Foto: Roberto Teixeira / EGO)(Foto: Roberto Teixeira / EGO)(Foto: Roberto Teixeira / EGO)(Foto: Roberto Teixeira / EGO)

.

Fonte: TV Foco