Passando por um bom e duradouro momento de audiência na Record com seu programa, e   por muitas vezes atingido a liderança, Rodrigo Faro comenta sobre carreira:  “O artista tem três fases: a que ninguém escuta ele, a que todo mundo escuta ele, e a que ninguém o escuta novamente, deixando ele só”.
Em entrevista ao crítico de TV Maurício Stycer, para o UOL,  Faro ainda comentou sobre a circunstância que o fez ir para o domingo, que foi a derrocada do “Programa do Gugu”, que deixou um lugar vago no dia da emissora, fazendo com que o mesmo ocupasse a posição, enfrentando “os grandes”, segundo ele: Faustão, Eliana e Silvio Santos, e confessou que deu um frio na espinha ao aceitar o desafio.
“Seria arrogância dizer que o Faustão está mudando por minha causa”, comenta o apresentador, ao ser questionado sobre  os novos rumos que o concorrente global, e amigo pessoal, tem  tomado em seu programa.

E mais: Faro declara que é emocionante ver que às vezes o futebol entrega com 20 pontos, e em alguns minutos  o “placar” de audiência entre o seu programa e a Globo fica acirrado.
“Falaram pra mim: tem que fazer emoção no programa”, diz faro sobre as mudanças  da atual atração que apresenta, em comparação com a antiga,  ” O Melhor do Brasil”, mas acrescenta: “Só tristeza não é a minha cara.

Não dá pra você ficar quatro horas chorando”.

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Fonte: TV Foco