Os cartoleiros que na hora de escalarem um treinador escolhe
o mais barato por ser a única possibilidade dentro das cartoletas que possui
podem estar utilizando uma tática errada. Geralmente é mais seguro escolher um
técnico que, pelo menos, deve vencer na rodada. Como neste ano (a exemplo do
ano passado) a média de pontuação geral dos jogadores não tem sido tão alta
como ocorreu em edições anteriores do fantasy game, dois ou três pontos podem
fazer muita diferença, ainda mais nas disputas de liga mata-mata.

Os critérios seguros para escolher um técnico é procurar
aqueles que devem vencer, mas de preferência marcando mais de um gol, com
jogadores que se destaquem obtendo alta pontuação. Por isso é importante olhar
a média dos jogadores que fazem parte daquele time treinado pelo técnico que
você escolheu.

Treinadores vitoriosos sem jogador com alta pontuação
consequentemente acabam com pontuação mediana. Na última rodada, o Corinthians
venceu o Coritiba por 1 a 0, mas Tite ficou apenas com 3.

92 pontos. O lateral-esquerdo
Uendel foi muito bem, fez 16.

90. Por outro lado, foram quatro que terminaram
com pontuação negativa.

O outro lateral, Fagner, puxou bastante a média para
baixo, pois terminou com -5.30.

Trata-se de um caso atípico pelo fato do Timão
rotineiramente ter defensores que não comprometem no fantasy game. Porém, em
casos de times em que seja comum ter jogadores negativando, por exemplo, não é
aconselhável colocar o respectivo treinador.

 A escolha não é tão simples, pois além de analisar o
histórico da equipe, já que a pontuação do treinador é o reflexo da média geral
do time, é preciso avaliar e tentar descobrir o que deve acontecer com aquele
time do técnico na rodada. Oswaldo de Oliveira do Sport, por exemplo, que não
venceu na rodada #6, mas teve quatro atletas pontuando acima de 10, fez 6.

02. Foram
quatro gols sofridos pela equipe (empate com o Atlético-MG por 4 a 4), o que
afetou bastante a pontuação do setor defensivo, mas que foi contrabalanceada
por Edmílson (10.

60), Diego Souza (13.80), Gabriel Xavier (17.

50) e Rithely
(18.40).

 Se prender aos técnicos simplesmente que não devem sofrer
gol nem sempre é garantia de boa pontuação. Por exemplo, no empate por 0 a 0
entre Chapecoense e Fluminense, na sexta rodada, Guto Ferreira, da Chape, fez
apenas 2.

67 pontos. Isso acontece porque apesar dos jogadores do setor
defensivo terem garantido os cinco pontos do saldo de gols, os jogadores do
meio-campo e do ataque não foram tão bem, puxando a média total da equipe para
baixo.

Andrei fez -0.90, Bruno Rangel ficou com -1.

10 e Arthur Maia somou
-1.80.

O tricolor Levir Culpi ficou com 4.15 pontos na partida, influenciado
principalmente pelo lateral Jonathan, que fez 8.

90, pelo meia Edson, que ficou
8.60 e pelo também lateral Giovanni, que terminou com 7.

30. Uma dica infalível é ficar de olho nos treinadores que
possuem as melhores médias.

Obviamente eles não custam pouco, mas garantem aqueles
pontinhos que podem fazer a diferença positivamente, ainda mais em rodadas em
que há muitos atletas óbvios (aqueles que são escalados “por quase todo mundo).
Nesse caso colocar um treinador que costuma pontuar bem pode ser uma arma
secreta para se diferenciar.

Confira abaixo o histórico de pontos do top 6:CONFIRA A PONTUAÇÃO DOS TREINADORES NA 6ª RODADAEm casaPaulo Autuori (Atlético-PR) – 5.53Tita (Corinthians) – 3.

92Guto Ferreira (Chapecoense) – 2.67Dorival Júnior (Santos) – 7.

43Cláudio Prates (América-MG) – 5.58Vagner Mancini (Vitória) – 6.

67Zé Ricardo (Flamengo) – 2.33Roger Machado (Grêmio) – 3.

64Oswaldo de Oliveira (Sport) – 6.02Paulo Bento (Cruzeiro) – 2.

56Fora de casaMilton Mendes (Santa Cruz) – 0.90Pachequinho (Coritiba) – 1.

95Levir Culpi (Fluminense) – 4.15Ricardo Gomes (Botafogo) – 0.

98Vinícius Eutrópio (Figueirense) – 2.50Argel Fucks (Internacional) – 1.

28Cuca (Palmeiras) – 4.85Eduardo Baptista (Ponte Preta) – 0.

75 Marcelo Oliveira (Atlético-MG) – 3.67Edgardo Bauza (São Paulo) – 5.

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Fonte: Globo Esporte