Qual treinador não queria ter Robinho, Pratto e Fred no time? O “trio PRF” do Atlético-MG é um daqueles que mete medo em qualquer defesa. Mas futebol não é tão simples assim. Não basta apenas ter um ataque muito poderoso para ganhar os jogos.

Se por um lado os três são jogadores extremamente capazes de resolver na frente, por outro não são acostumados a marcar, recompor e colaborar com a defesa. Por isso, nos primeiros jogos dos três juntos, ficava aquela dúvida: o time não vai ficar muito exposto? Pelo visto até aqui, não.

 Com a bola no pé, eles são f..

., são feras, não tem como.

Vai sair jogada, vai
sair gol bonito igual está saindo.Nas últimas partidas, todos os jogadores do setor ofensivo do Atlético-MG ajudaram o time na marcação.

No Morumbi, por exemplo, várias vezes Fred apareceu dando combate atrás da linha da bola, algo que é comum de ser visto também com Lucas Pratto. Robinho é o que menos marca, mas também ajuda no primeiro combate.

Com isso, o time atleticano tem encontrado um equilíbrio muito importante. E quando a bola chega na frente.

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Leandro Donizete é quem explica o que acontece.- Com a bola no pé, eles são f.

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. São feras, não tem como.

Vai sair jogada, vai
sair gol bonito igual está saindo. São jogadores experientes, com muita
categoria.

Como em 2013O volante lembra que não é a primeira vez que o time joga com uma formação de ataque extremamente ofensiva. Na última, lembrada por ele, deu muito certo.

– A gente já fez isso com Tardelli, Bernard, Jô, Ronaldinho. Por que a
gente não pode fazer agora? Eles têm força, têm saúde para voltar.

A gente não
precisa que eles voltem até lá atrás, na zaga. A gente só precisa que eles
voltem no meio ali, o resto deixa para nós.

Sabemos que, quando a bola chegar
neles, com certeza vai sair coisa boa.Hora certa para crescerAinda sobre a época de Ronaldinho, Bernard e companhia, Donizete lembrou de algo muito pertinente.

Em 2012, o Galo começou o Brasileirão com muita força e foi líder em boa parte da competição. No segundo turno, porém, perdeu força e acabou ficando com o vice-campeonato – o campeão foi o Fluminense.

Desta vez, o time não começou tão bem assim, mas está crescendo em um momento diferente. Para o volante, o momento certo.

– Estamos no final do primeiro turno. Tivemos a experiência em 2012 que começamos bem, mas quando chegou nessa fase caímos e não conseguimos recuperar.

Estamos crescendo no momento certo também.O 6º colocado Atlético-MG recebe a Chapecoense, que está na 11ª posição, nesta segunda-feira, às 20h (de Brasília), no Independência.

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Fonte: Globo Esporte