O Atlético-MG tem pela frente, neste domingo, o que pode ser
chamado “a pedra no sapato” do time na temporada. O América-MG não sabe o
que é perder para o Galo em 2016 e ainda se sagrou campeão mineiro em cima
do time alvinegro. Foram quatro clássicos, com três empates em 1 a 1, sendo um na primeira fase do Mineiro e outro na Copa da Primeira Liga, e uma vitória
americana por 2 a 1, no primeiro jogo da decisão estadual.

Por ter vencido no
primeiro jogo e empatado em 1 a 1 na partida de volta, o Coelho, do então
técnico Givanildo Oliveira, ficou com o título.No Atlético-MG, o clima não é de vingança, mas o fato de ainda
não ter vencido nenhum clássico sequer é algo que incomoda os jogadores.

O
volante Rafael Carioca admite o incômodo no grupo atleticano.LEIA TAMBÉMGalo aguarda meia, nega ter proposta por Douglas e admite vender na janelaVenda de ingressos para América-MG e Atlético-MG, clássico deste domingo-
Incomoda o fato de não ter vencido nenhum clássico
esse ano.

Principalmente ter perdido o título do Mineiro. Clássico tem que ter
uma concentração a mais.

Faltou alguma coisa, porque senão, teríamos ganhado.
Tem que dar um pouquinho mais para a gente conseguir a vitória.

Incomoda o fato de não ter vencido nenhum clássico
esse ano. Principalmente ter perdido o título do Mineiro.

Clássico tem que ter
uma concentração a maisO América-MG é o lanterna da competição, com oito pontos.
Mas o momento atual não ilude o volante atleticano, que sabe que o time terá
dificuldade no domingo, a partir das 11h (de Brasília), no Independência.

– Esses são os piores jogos, contra equipes que estão na
zona de rebaixamento. Precisam vencer de qualquer jeito.

Jogam fechados. Se
eles perdem, complica muito a situação deles.

Jogar contra equipes que estão
brigando contra o rebaixamento é mais difícil.Carioca espera se aproveitar da pressão que o América-MG
sofre por ser o último colocado.

– Hoje o América-MG vive uma situação muito delicada no
campeonato. Do jogo da final para esse tem uma diferença muito grande.

Acredito
que eles estão mais pressionados por estarem figurando entre os últimos
colocados. É um jogo de vida ou morte para eles, mas para nós também.

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Fonte: Globo Esporte