O meia venezuelano Rómulo Otero chegou ao Atlético-MG no fim
do mês de julho, vindo do Huachipato, do Chile. Desde sua chegada, jogou apenas
uma partida pelo Galo, contra o São Paulo, quando entrou no segundo tempo, substituindo Robinho. No jogo seguinte, contra a Chapecoense, vencida
pelo time alvinegro por 3 a 1, ele esteve no banco de reservas, mas não entrou.

Nesta sexta-feira, Otero conversou com os jornalistas na Cidade do Galo e,
quando questionado sobre sua condição física para brigar por uma vaga na
equipe, se disse preparado. Além disso, o meia disse que está aproveitando o
tempo livre para assistir partidas do Campeonato Brasileiro para ajudar na
adaptação.

– Desde que cheguei, estou trabalhando forte, a nível
dos companheiros. Já estou muito bem fisicamente.

Agora depende do corpo
técnico, estou esperando minha oportunidade para jogar. Sigo treinando 100%.

Quando jogar, vou dar o melhor de mim. O futebol brasileiro é muito
diferente do futebol chileno e venezuelano.

É mais rápido, de contato, exige
muito do jogador. Quando
estou em casa, vejo muito futebol brasileiro, vejo os rivais, vejo os jogos anteriores
do Atlético, vejo como joga.

Gosto muito do que joga o Atlético. Futebol
brasileiro é muito forte.

 

 

O treinador Marcelo Oliveira, por sua vez, tem planos de
escalar o jogador de forma gradual. Isso porque Otero ainda carece de um
maior tempo de adaptação.

 

– Um mês pode parecer muito,
mas é pouco para um jogador que veio de fora, de um time com uma estrutura
diferente, outro idioma, outro tipo de jogo. O projeto é ir colocando aos
poucos e observando nos jogos.

Vimos pouco dele, mas vamos observando na medida
do possível, e acho que ele vai crescer muito aqui no Atlético.

 

Otero deve
ser, mais uma vez, opção no banco de reservas de Marcelo Oliveira na partida
deste domingo, quando o Galo enfrenta o Santos, às 16h (de Brasília), na Vila
Belmiro.

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Fonte: Globo Esporte