Bryan é quem mais recupera bolas do Campeonato Brasileiro. Ele tem a maior média de desarmes, somando os normais e roubadas de bolas. São 25 em dois jogos, com uma média de 12,5 por partida.

Se no aspecto defensivo, os números jogam a favor do lateral do Cruzeiro, ofensivamente o jogador acha que pode melhorar. Nas duas partidas em que atuou – na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo, em Brasília, e na derrota pelo mesmo placar para o São Paulo, no Mineirão – foram apenas duas jogadas de linha de fundo com cruzamentos, média de um por jogo.

Sánchez Miño, que atuava improvisado na profissão, tem a média um pouco maior (1,25). Perguntado se sente falta de ter uma referência no ataque do Cruzeiro, Bryan disse que não, que o time tem se adaptar com as peças que tem.

O lateral está ciente da responsabilidade que tem de ajudar o ataque a criar chances de gol, com cruzamentos mais efetivos. LEIA MAIS:>>> Justiça interdita Independência, e clássico mineiro fica sem local definido>>> Cruzeiro encaminha acordo para rescindir com Sanchez Miño >>> Independência é definido como palco do clássico mineiro de domingo- Eu não (sinto falta de um centroavante), a gente tem que assimilar com o que tem de
melhor.

  A gente tem que confiar no que o
Paulo faz e sempre ajudar os atacantes. Eu, principalmente, com a minha função de
lateral, dando um jeito mais fácil deles finalizarem.

Quando o quesito são os passes, Bryan também encabeça as estatísticas do Cruzeiro. Ele é o terceiro que mais acerta no time, com média de 26, 5 por partida, atrás apenas do volante Henrique e do lateral-direito Lucas, com 34,5, e 27,25, respectivamente.

Mas é também o jogador com a maior média de passes errados, são 13 em dois jogos, o que dá uma média de 6,5 por partida. Isso significa que o lateral é um dos jogadores que mais participa do jogo com bola rolando.

 Bryan em números Linha de fundo – 2Desarmes – 25Finalizações – 2Passes certos – 53Passes errados – 13E vai ser no clássico com o Atlético-MG, domingo, às 16h (de Brasília), que Bryan vai tentar ser mais mais eficaz nos cruzamentos, ou até mesmo com chutes de longa distância. O lateral-esquerdo acredita que o Cruzeiro precisa, além de fazer os gols, se defender e deixar de tomar os gols.

 – Uma motivação enorme para sair dessa fase ruim que ninguém queria.
Mas vamos sair dela, não basta só vontade.

Tem que chegar e fazer os gols, não
tomar lá atrás também. Vamos dar a vida para sair de lá com a vitória.

Sequência complicadaApós o clássico, o Cruzeiro continua com uma sequência complicada de adversários no Campeonato Brasileiro. Depois, encara o Flamengo no Mineirão e viaja para Porto Alegre, onde encara o Grêmio.

Bryan acredita que uma sequência de vitórias contra adversários representativos pode significar uma mudança de clima na Toca da Raposa. –

Trabalhar firme essa semana que vai ter mais tempo para o Paulo (Bento)
passar o que vai ser domingo.

Pegar o que teve de errado e corrigir, acertar e
aprimorar. Chegar no clássico bem, uma motivação maior que é o jogo.

Depois
é pegar o Flamengo dentro de casa, ganhar dentro de casa que é o que a gente está
precisando. Para embalar com uma sequencia de vitória.

 
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Fonte: Globo Esporte