mas jáno ângulosustoassista aí de camaroteessa doeusão fábiofez e provocoufoi pênaltiprovocação azulprovocação alvinegraO clima estava quente. Céu aberto, temperatura perto dos 30º C e, para contribuir, dia de clássico. Ficou mais quente ainda quando a bola rolou.

A rivalidade viu-se aflorada desde os primeiros segundos de partida, que teve provocação por parte do Cruzeiro – lado vencedor – e também do lado atleticano, que deixou o Horto triste. Teve também jogadas ríspidas, lances de tirar a respiração de qualquer um e, como não poderia deixar de ser, polêmicas.

Confira como foi mais este capítulo da história do maior clássico mineiro.01mas já???Não deu nem tempo de respirar, sentar na cadeira e começar a mirar a televisão.

O clássico no Independência começou quente. Antes do primeiro minuto, Marcos Rocha e Allano se estranharam, e o árbitro Emerson de Almeida Ferreira já mostrou que estava lá.

Amarelo para os dois.  01no ânguloÉ.

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o primeiro lance mostrou que o jogo seria bem movimentado no primeiro tempo. E Marcos Rocha era de novo protagonista.

Cobrou falta de longe, no ângulo. Mas Fábio foi lá nela e mostrou-se ligado.

  01sustoO Cruzeiro, então respondeu, Élber foi lançado na área por Allano e testou para o gol. Bola que explodiu na trave do estreante Uilson.

 01assista aí de camaroteVictor e Dátolo não puderam estar em campo. Ambos estavam machucados.

De óculos escuros, eles assistiram ao jogo no local destinado à diretoria e integrantes da comissão técnica do Atlético-MG em cima dos vestiários.  01essa doeuNada de gols no primeiro tempo.

E o segundo tempo começou mais quente ainda. O Atlético foi para cima e queria o gol.

O Cruzeiro ficou todo acuado e abusou das faltas. Em uma delas, Ariel Cabral pisou em Hyuri.

O árbitro não viu a jogada por inteiro e não puniu o argentino. 01são fábioNo terreno de São Victor, quem fez milagres foi Fábio.

O goleiro salvou por inúmeras vezes o Cruzeiro. Uma defesa que chamou muita atenção foi no cabeceio de Robinho, à queima roupa.

De mão trocada, o goleiro foi lá e impediu o gol atleticano. 01fez e provocouO Atlético insistia, mas não conseguia marcar.

E foi nesse momento que o Cruzeiro chegou ao gol. Élber chutou, Uilson espalmou nos pés de Rafael Silva, e o atacante não perdoou.

Balançou as redes e provocou os atleticanos, batendo asas, imitando uma ave. 01foi pênaltiNo final da partida, em cruzamento na área do Cruzeiro, Pratto foi derrubado na área.

O argentino reclamou de um puxão de camisa de Fabrício. E aí, o que você acha? Foi pênalti ou não? 01provocação azulNo final da partida, os torcedores cruzeirenses que foram ao Independência não perdoaram e cantaram um grito típico da torcida atleticana, que era “caiu no Horto, tá morto”.

Além disso, levaram faixas com um “B”, relembrando a passagem do Atlético-MG pela Série B e também com o nome Raja, algoz atleticano no Mundial de Clubes de 2013. 01provocação alvinegraMas a torcida atleticana também provocou os cruzeirenses.

Além dos cânticos tradicionais contra o maior rival, a torcida também levou faixas. Como esta aqui embaixo, numa referência ao Cruzeiro, que se chamava Palestra Itália quando foi fundado, em 1921.

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Fonte: Globo Esporte