Dona Alexandrina é a personificação do termo mãe coruja – qual não é, né? Ela ganhou destaque nacional ao surpreender o filho Wellington Paulista após a goleada por 7 a 2 da Ponte Preta sobre o Água Santa, no último sábado. Do caminhão de transmissão, falou com o atacante, autor de quatro gols, ainda no gramado e o levou às lágrimas. Com tanto amor e carisma, ainda conseguiu convencer Tadeu Schmidt a tocar uma música para o filho no Fantástico.

 Desta vez, porém, foi a vez de o apresentador surpreender a família. Durante uma reportagem, Tadeu entrou em uma transmissão de vídeo e mandou um recado aos dois:- Dona Alexandrina, não fosse a participação da senhora, não teria música no Fantástico.

E vamos fazer mais três, Wellington. “Só” mais três? Dona Alexandrina espera que domingo, contra o Rio Claro, pela última rodada do Campeonato Paulista, o filho repita a dose do último sábado e volte a marcar quatro vezes.

 – A gente sonha que ele seja o artilheiro do campeonato. Vão ser mais quatro domingo.

Coração de mãe, né..

.É uma felicidade muito grande ver seu filho, batalhou muito para estar onde está.

Eu amo o meu filhão. A relação entre mãe e filho é muito forte.

Em casa, Dona Alexandrina paparica e mima Wellington como pôde, sempre carinho, beijos e mesa farta para “ficar forte”. Já nas arquibancadas deixa o lado doce de lado para defender a cria.

– Eu chego normal, tranquila, mas na hora que entro no estádio, me transformo, xingo, grito,  normal, tranquilo, mas na hora que entro, me transformo, xingo, grito. Filha de italiana, né.

 Quem entra em ação para controlar Dona Alexandrina, aí, é o marido Walter, pai de WP9.  É uma felicidade muito grande ver seu filho, batalhou muito para estar onde está.

Eu amo o meu filhão. – Ninguém pode encostar nele (Wellington), e eu fico segurando ela para não explodir.

 Contra a Ferroviária, em 12 de março, Dona Alexandrina passou por um teste de fogo. Wellington foi vaiado o jogo inteiro, mas acabou garantindo a vitória da Macaca com um gol aos 44 minutos do segundo tempo.

A mãe não se segurou e desabafou contra os corneteiros: – Aquele jogo foi triste. Mas depois do gol dele, eu falava: “xinga agora”.

Não falei boazinha assim, soltei palavrão mesmo – lembrou Dona Alexandrina, fã número um do filho.  
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Fonte: Globo Esporte