O Nacional perdeu por 1 a 0 para o Remo nesta quarta, no estádio do Mangueirão, em Belém, e foi eliminado da Copa Verde desta edição. Com a derrota consolidada, o treinador da equipe, Heriberto da Cunha, observou, por curiosidade, mais melhorias do que falhas no time. No entanto, ainda segundo ele, o maior ritmo de jogo do Leão paraense pesou na classificação.

– Nós estamos a três meses nesse trabalho. Mas com um porém: nós não temos uma disputa oficial para avaliar esse jogadores.

Como o Paysandu e o próprio Remo têm aqui. Não tem um ritmo maior de jogo.

Nós jogamos pelo duelo de ida e depois ficamos 15 dias sem jogar. O Nacional é uma equipe que está sendo montada agora.

Uma equipe que apresenta alguns erros do futebol, fáceis de correção. Já o Remo tem uma espinha dorsal formada – disse o técnico.

Pelo lado de seus jogadores, ele citou mais volume de jogo e melhor posicionamento tático. Na visão do comandante, a equipe vem evoluindo cada vez mais.

– Mostramos intensidade e volume nesse jogo. A equipe mostrou que tem qualidade, trabalhou, colocou a bola no chão.

Só tenho que parabenizar os jogadores pela entrega, pela disputa e que mostraram que sabem o que querem. Quem assitiu o jogo de hoje (quinta), sabe que estamos no caminho certo – acrescentou.

Ainda segundo o técnico, dois fatores pesaram mais do que outros na eliminação: os desfalques e a má pontaria de seus comandados. – É sempre bom lembrar que perdemos quatro jogadores de extrema importância para o time (Rodrigo Dantas, Charles, Wanderley e Vitor).

Além dos desfalques, o Rafael passou a semana mal, não vinha para o jogo, mas acabou vindo. Mesmo assim jogamos bem, criamos oportunidades, mas pecamos muito na finalização – concluiu.

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Fonte: Globo Esporte