O árbitro Luck Jonisson da Silva relatou na súmula que a equipe de arbitragem “ouviu o som de duas bombas que foram jogadas por torcedores” durante o jogo entre Alto Acre e Amax, no último sábado (2), pela última rodada do primeiro turno do Campeonato Acreano 2016. A partida foi disputada no estádio Antônio Araújo Lopes, em Epitaciolândia, a 230km de Rio Branco.- O delegado do jogo, o sr.

Juscelino, ao término da partida, informou ao árbitro principal que os dirigentes da Amax E. Club procuraram o delegado do jogo para identificar o torcedor que supostamente teria jogado uma bomba no alambrado próximo ao campo de jogo.

Essa equipe de arbitragem ouviu o som de duas bombas que foram jogadas por torcedores. Não foi possível identificar os torcedores que jogaram as bombas e de qual equipe os mesmo torciam – relatou.

O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Acre (TJD-AC), Giordano Simplício, explicou que o relato do árbitro pode resultar em implicações para o time da casa caso entre em pauta em alguma sessão: perda de mando de campo e multa. O caso seria enquadrado no artigo 213 do CBJD, que diz: “Deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir: desodens em sua praça de desporto; invasão do campo ou local da disputa do evento desportivo; lançamento de objetos no campo ou local da disputa do evento desportivo”.

A multa pode variar de R$ 100 a R$ 100 mil. Segundo o inciso 3º do artigo 213, a comprovação da identificação e detenção dos autores da desordem, invasão ou lançamento de objetos emixe a entidade da responsabilidade.

Mas, como foi relatado pelo árbitro na súmula do jogo, os torcedores não forma identificados.
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Fonte: Globo Esporte