Depois de um começo ruim no Catarinense, o Figueirense passar por uma fase de crescimento, seja nos resultados como no desempenho, um em consequência do outro. Depois de um primeiro turno fraco, com sequência de sete jogos sem vitórias, a fase mudou: já se encontra no embalo dos seis pontos conquistados em dois jogos. Para o comandante alvinegro, Vinícius Eutrópio, uma prova da evolução e reorganização implantadas recentemente após sua contratação, mas segundo ele, ainda está no início.

 – É um esboço ainda, temos muita coisa para fazer, muitas situações para crescer, para mostrar aos jogadores, eles entenderem, é um processo de reconstrução, mas o básico, a cara, já temos que colocar e está sendo colocado nos últimos jogos – disse o treinador. O crescimento está atrelado à cobrança do treinador.

Segundo Eutrópio, ela são graduais, assim como os resultados de desempenho, que vão aparecer ao longo do tempo. Depois da melhorar significantemente em alguns quesitos, o treinador ainda vê margem para muitas conquistas.

 – Vemos evolução em alguns aspectos, as cobranças precisam ser gradativas em cima dos jogadores, porque são vários entrando e saindo sem o tempo necessário de treinamento, mas o jogo é complexo, não se baseia apenas em colocar 11 jogadores e definir um sistema. Temos um principio de jogo, se vamos fazer pressão em algum lugar, se vamos recuar, qual a nossa resposta em uma linha de quatro na defesa.

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Poxa, tem tanta coisa ainda para colocar, mas o mais importante é os jogadores entenderam qual o papel deles junto ao Figueirense, e qual o papel de todos nós junto ao Figueirense em 2016.E o papel citado pelo treinador passa pela representação.

Os funcionários, desde jogadores até comissão técnica, desempenham funções dentro de agremiação de muita história, e por isso têm obrigações. Estando entre o seleto grupo da elite nacional, o Figueira precisa demonstrar isso em campo já no Catarinense e não esperar a competição nacional para correr atrás do tempo perdido.

– Lançamos internamente uma campanha que é “Padrão Série A”, e é dessa forma que estamos encarando as partidas, porque não adianta chegar na estreia do Brasileiro, independente do time, dos jogadores, se estamos entrosados ou não: “Agora é Brasileiro, tenho que ter mais nível de concentração, ser mais eficientes na marcação, passar melhor, porque o nível subiu”. Não, se esperarmos até o Brasileiro para fazer isso, chegaremos atrasados.

Então, o que cobro é independe de entrosamento, de sistema de jogo, cobro individualmente nível de concentração e postura, seja contra um adversário mais forte ou mais fraco. Confira mais notícias do esporte de Santa Catarina no GloboEsporte.

com/sc 
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Fonte: Globo Esporte