A falta de interesse no outro e no casal, a ausência de projectos em comum, a falta de comunicação e sexo ruim são sinais inequívocos de que algo está errado sua relação. Se a paixão vem como um tsunami, o amor de um casal estável responde a um “fazer” dia a dia. Se trata mais de cultivar a amizade, enquanto afetividade e sexualidade se potencializam como um todo. 

Dessa forma, ao deixar de lado qualquer um desses pilares (amizade, carinho, construção do dia a dia e da sexualidade) pode ser um sinal de falta de amor. Os indícios estão relacionados à falta de comunicação, sexualidade pobre, rotina e incapacidade de projetar novas metas em conjunto, além de não respeitar a individualidade do outro, sendo infiel ou faltando com o compromisso. Veja como lidar com três situações bastante comuns:

Cair na rotina

Alguns casais permanecem juntos, ainda que internamente estejam passando por uma ruptura silenciosa. Isso acontece, quando alguns temas importantes e significativos dentro da relação geram conflito de maneira habitual e, depois de discussões recorrentes, chegam a um ponto onde não se avança e não se resolve. Há uma espécie de vácuo ou resignação que distancia o casal. Seria esse o momento de buscar ajuda externa, se houver disposição de ambas as partes para resolver a situação. 

Deixar conversas pendentes

Quando se vê o outro a partir de uma perspectiva na qual não há nada a se fazer se reforça a ideia de que o problema é outro. E, se alguma coisa tem que mudar, deveria ser a outra parte. Assim, a relação caminha em direção a uma posição em que só resta a espera. E essa espera é, frequentemente, o anúncio da renúncia. “Não é problema meu”, “ninguém pode planejar nada com você”, “não há nada que se possa fazer”.

Faltar com transparência

Investir em uma pessoa consiste em fazer público para ela aspectos bem íntimos que você não mostraria para todo mundo. O casal permite abrir a porta para uma parte da intimidade que não mostrou para as demais pessoas, de modo que é necessário haver um espaço íntimo e agora “bipessoal”. O amor é aceitar ao outro como legítimo outro em sua privacidade, sem medo de julgamento.

Fonte: Bolsa de Mulher