Se desfazer e desapegar de objetos pessoais, memórias, recordações e papéis não é uma tarefa fácil para ninguém. Especialmente, para quem acumula algum tipo de objeto ou algumas variedades deles (correspondências, revistas, medicamentos) adiando, e acreditando que um dia vai fazer a tão aguardada arrumação por anos. Até que tudo sai do controle e a coragem para revirar esse acúmulo de coisas se esvai. 

Por isso, antes que as coisas saiam minimamente do seu domínio, tente descartar os objetos que não lhe são mais úteis respondendo a quatro perguntas apenas:

1. “Quando foi a última vez que usei esse objeto?”

A melhor maneira de descobrir o quanto algo é importante para você é relembrando o seu histórico de utilidade. Você usou ou, pelo menos, lembrou que poderia desfrutar, admirar, decorar, aproveitar esse item nos últimos seis meses ou um ano? Se a sua resposta for não, talvez nem sinta falta quando se desfizer do tal objeto. 

2. “Vou precisar disso no futuro?” 

Ok, você desfrutou muito dessa coisa, aproveitou, usou até ficar gasto, mas já faz um tempo que não não a usa mais. Você acha que terá oportunidade de precisá-la mais alguma vez? Em que situação? Quase improvável ou sim, vai conseguir reaproveitá-la em outro momento novamente. É o que deseja.

3. ”Quais são os prazos legais para guardar (no caso de documentos, por exemplo)?”

Há muito papéis, escrituras, extratos, comprovantes, canhotos, certidões que têm prazo de validade. Parece brincadeira, mas você pode estar guardando um montão de papéis que julga importantes e não têm mais validade ou relevância alguma.

4. “Posso conseguir outra cópia com facilidade no futuro?”

A última questão a se perguntar, caso consiga entender em todas as respostas anteriores de que não tem utilizado mais esse item e nem perspectiva breve de usá-lo, é saber se você conseguiria obter um outro depois. É algo que se possa comprar. Você pode pedir uma segunda via, há um backup para onde recorrer depois?

Fonte: Bolsa de Mulher