Pessoas atraentes recebem mais atenção desde a infância, algo que as prepara para desfrutar de mais sucesso também em sua fase adulta. Mesmo oficialmente fora das passarelas, Gisele Bündchen segue por dois anos consecutivos como a modelo mais bem paga do mundo. Essa pode ser a explicação para que a brasileira cobre muito mais do que suas colegas de trabalho.

Segundo reportagem da revista Glamour espanhola, a diferença salarial entre “bonitos” e “não tão bonitos” seria igual ou mais discriminatória do que o fosso entre os gêneros, a diferença interracial e a recém descoberta desigualdade salarial por peso, de acordo com um estudo da Universidade de Harvard.

Essa taxa de remuneração baseada na atratividade, os pesquisadores batizaram de “Beauty Premium” e ela pode se traduzir em aumentos entre 10% e 15% acima do salário médio. De acordo com a análise, alguém “agradável aos olhos” também é percebido como mais inteligente, mais saudável e com mais capacidades sociais do que o resto.

Algo que, em parte, se deve à sua autoconfiança e que, na maioria dos casos, vem desde a infância. Como explicam os economistas Markus Mobius e Tanya Rosenblat, que conduziram o estudo, desde a escola, as crianças mais bonitas recebem mais atenção dos professores e colegas.

Esse “tratamento preferencial” se traduz em uma formação mais qualificada de suas habilidades sociais e comunicativas, que vão ajudá-la mais tarde amanhã, em uma entrevista de emprego ou em qualquer desafio proposto.

Fonte: Bolsa de Mulher