Whey protein e gestação: Bom dia amores, hoje vou falar um pouco sobre o uso de proteína na gestação. Durante esses 6 meses li muitos artigos científicos, conversei com especialistas do Brasil, Europa e Estados Unidos sobre vários temas. É unânime a liberação do uso desse suplemento para grávidas, grávidas que estão sem problemas e sem restrições. Na verdade ele tem me ajudo muito a controlar o apetite e me manter saciada. Não uso como antes, pq nunca se deve usá-lo como substituição das principais refeições na gestação. Uso apenas para evitar comer doces e besteiras. De todos que usei gostei muito do Muscle Milk(não sou paga e não recebo de graça da marca ou laboratório, nem desconto!)Sua fórmula é completa e ele é feito do leite materno. Muscle Milk promove melhora na definição corporal, aumento do crescimento muscular e acelera a recuperação pós-exercício, é o primeiro do mercado que usa a fórmula do melhor alimento com efeito anabólico produzido pela natureza: o leite materno. Além disso o Zeus adora!! Quando estou com enjoo mas preciso comer, tomo uma dose que me mantém forte e nutrida. Mas lembre-se: o acompanhamento com médico e nutricionista são essenciais. No meu caso caso faço acompanhamento além da obstetra Dra Juliana Costa, com a endocrinologista e nutricionista @drapriscilladutra. Isso já pensamento no pós parto. Vc saudável, seu bebê estará saudável!! #ficadica #vemZeus #vousermamae

A ex-atleta olímpica Rebeca Gusmão está à espera do seu primeiro filho, Zeus, que deve nascer entre julho e agosto. Apesar da gravidez não ter sido planejada, Rebeca celebra a nova fase.

Além de ter percebido o aumento dos seios e do bumbum, ela diz que a libido também aumentou — e muito! — após o terceiro mês de gestação. Rebeca não mora com o marido, mas passa de quatro a cinco dias da semana com ele e conta que chegam a fazer sexo 15 vezes por semana.

“O gostoso de morar em casa separada é que a gente fica dois dias sem se ver e parece que ficou uma semana. Quando mora junto, não dá para sentir essa saudade”, diz a ex-atleta que vê isso como um dos motivos para a relação dar tão certo.

Morando com os pais desde a época em que foi diagnosticada com depressão, Rebeca diz que não conseguiria mais morar sozinha e que opta por não viver com o marido, para que cada um possa ter o seu espaço e para que o relacionamento se mantenha equilibrado e nunca seja um problema.

“A parte divertida da minha vida é ele. Nunca discutimos, nunca brigamos. É a melhor coisa do mundo”, se derrete Rebeca, que até descobrir a gravidez não pensava mais em ter filhos, já que não obteve resultado com os tratamentos para engravidar que fez no passado . Além disso, ela tinha medo de parar com o antidepressivo.

A libido pode variar bastante para mais ou para menos na gravidez e também pode se manter estável, não existe uma regra. “Geralmente as mulheres mostram no início um apetite sexual reduzido e ao desenvolver da gestação, por conta dos hormônios, o apetite sexual normalmente volta”, comenta o ginecologista Domingos Mantenelli.

A libido da mulher é muito afetada por oscilações hormonais, estado emocional, depressão, estresse, ansiedade e perda de um parente ou amigo. De acordo com médico, qualquer mudança em um destes fatores já é capaz de causar mudanças no organismo da mulher e, principalmente, na libido.

O aumento de libido não acarreta em nenhum tipo de problema. O ginecologista ressalta que se a gestação não for de risco ou não existir risco de sangramento, as relações sexuais podem continuar sendo praticadas normalmente.

Fonte: Bolsa de Mulher