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Você sempre ouviu que, para que uma mulher atinja o orgasmo e se satisfaça durante o sexo, ela precisa relaxar, perder as inibições e se entregar de corpo e alma. A dificuldade em alcançar o clímax, no entanto, nem sempre pode estar relacionada apenas a questões emocionais.

Pelo menos é o que diz uma nova e controversa pesquisa realizada pela Universidade de Indiana e divulgada pela publicação “Clinical Anatomy”. Segundo o estudo, a capacidade de cada mulher atingir o orgasmo em uma relação sexual depende quase inteiramente do desenvolvimento físico que ocorreu enquanto ela ainda estava no útero.

Durante a gestação, o clitóris começa a ficar mais acima e distante da abertura vaginal e, mulheres cujos clitóris ficavam muito mais longe desta cavidade, teriam mais dificuldade em sentir prazer porque o atrito do ato sexual não seria suficiente para a estimulação.

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Os pesquisadores afirmam ter descoberto que distância de 2,5 centímetros entre o clitóris e sua abertura urinária seria a ideal para que uma mulher atingisse o orgasmo sem precisar de estimulação extra. O tamanho do pênis e a habilidade do parceiro também poderiam contribuir para o efeito, mas o tamanho desta distância, segundo o estudo, seria mais determinante.

Estima-se que entre 70% e 90% das mulheres têm dificuldade em atingir o orgasmo somente com a penetração. Apesar da conclusão do trabalho científico, independente do formato da vagina, qualquer mulher é capaz de ter prazer no sexo quando se mantém informada, realiza consultas e tira dúvidas com ginecologista e, claro, mantém um diálogo franco e honesto com seu parceiro. 

Aprenda como estimular: 

Fonte: Bolsa de Mulher