O casal real príncipe William e Kate Middleton, durante uma visita oficial a uma comunidade rural na Índia, revelou aos moradores porque eles haviam deixado seus dois filhos em casa no Reino Unido. Quando alguns moradores perguntaram ao casal por que eles não tinham levado o príncipe George e a princesa Charlotte com eles, a mãe respondeu: “Porque George é muito desobediente. Ele estaria correndo por toda parte agora”, declarou a duquesa.

Na hora de impor limites aos filhos, alguns equívocos são mais comuns. Ser muito repetitiva, não saber explicar a motivação da regra e não ser objetiva pode transformar a tarefa de concílio em mais frustração. Inconformada, você pode chegar à ameaça de palmada ou castigo e, o mais comum, acabar cedendo no cumprimento dessa promessa. Cansada de errar? Veja dicas para evitar o confronto.

1. Não seja contraditória com a criança
Se num dia você deixa seu filho cometer alguns excessos, no outro não, isso precisa ser justificado e exposto claramente. Pais que não decidem juntos os padrões da educação do filho também cometem um grande erro. Se a mãe proíbe, o pai também precisa respeitar.

2. Seja firme e paciente
Não tem jeito, frustrar uma criança é única forma de ensiná-la a lidar com as adversidades futuras. Dizer não é obrigação dos pais quando necessário e eles devem ser firmes em suas ações, no momento, e não deixar para resolver o problema depois que ele já passou. Argumente olhando nos olhos e, se preciso, conte até mil. Mas sempre evite dizer que a criança é malcriada e não faz nada direito. Sugira que aquilo que ela fez foi errado e explique os motivos pelos quais é melhor não se repetir.

3. Não ameace, se não for cumprir
Antes de prometer qualquer coisa, reforços positivos ou negativos, ameaçar castigo ou recompensa (o que é bem questionável, dependendo da negociação), pense se poderá – e terá coragem – de cumprir com o que disse. Ameaçar e não cumprir, só descredita pais que ganham filhos que perdem o respeito pelos mesmos. Transforme ameaças em avisos, passando a mensagem sem violência.

4. Não volte atrás cedendo
Não vale ser indulgente com a indisciplina do filho porque você trabalha muito e se sente culpada, ou por achar que ele vai amá-la menos, que são medos bem comuns. Se uma posição foi determinada, não volte atrás. A postura firme é essencial para que crianças não sejam tão resistentes com os limites impostos.

Fonte: Bolsa de Mulher