Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), o consumo de pães de forma cresceu 11% nos últimos cinco anos, alcançando 76% dos lares brasileiros. Como a variedade no mercado é grande, nada melhor do que conhecer as propriedades de cada um para identificar que tipo de efeito pode ter na sua alimentação.

Pão branco: elaborado, basicamente, a partir de farinha de trigo, é fonte de energia rápida e nutricientes acrescidos como ferro e ácido fólico. Alguns estudos sugerem que seu consumo estimula o desenvolvimento de microorganismos bons no intestino, os Lactobacillus, que colaboram para a saúde intestinal.

Pão integral: essas variedades são feitas em parte ou com a massa 100% composta pela farinha integral. Ele pode ainda ser acrescido de grãos que são ricos em fibras, proteínas e gorduras boas.

Pão light: nesse tipo de pão há redução de, pelo menos, 25% de um dos seus componentes, que podem ser tanto a quantidade de calorias, açúcar ou sal. Verifique na embalagem, qual a tabela nutricional da opção escolhida.

Pão preto: elaborado a partir de uma mistura de farinhas, inclusive integrais, é uma ótima fonte de fibra. Alguns pães podem ainda conter mel ou açúcar mascavo na formulação. Se seu objetivo é a perda de peso, ou se tem alguma restrição de açúcar, o consumo deve ser orientado.

Pão de centeio: o farelo do centeio é fonte de fibra insolúvel que colabora para o bom funcionamento do intestino e reduz o risco de câncer. Porém, cuidado, mesmo o pão de centeio possui glúten e pode causar alergia em quem tem intolerância.

Pão de 7, 9, 12 e 15 grãos: a variedade agrega grãos diferentes, que podem variar suas combinações. É importante ressaltar, porém, que o número de sementes não corresponde a um teor maior de fibras. Vale a pena consultar o rótulo dos produtos para verificar.

Fonte: Bolsa de Mulher