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Se seu filho gosta de exibir toda sua flexibilidade, realizando movimentos surpreendentes e alongamento e elasticidade incomuns, saiba que, em vez de idealizar um futuro artístico ou esportivo, vale procurar um médico para saber se ele não sofre de “síndrome de pessoas elásticas”.

Cientificamente chamada de Síndrome de Ehlers-Danlos, a condição genética pode afetar até 40% da população e é caracterizada por defeitos em tecidos dos tendões, músculos e membranas que envolvem as articulações, provocados por alterações nos genes de síntese de colágico, fibrina e elastina.

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A “síndrome da pessoa elástica” pode aparecer em qualquer parte do corpo, fazendo com que o portador exiba extrema flexibilidade sem esforços, gerada por uma frouxidão das articulações. Quem sofre do problema pode apresentar dores nos membros, má postura, osteopenia precoce e artrite.

A condição pode ser diagnosticada através de exame clínico que avalia se existem 5 de 9 pontos de extrema elasticidade. Uma vez identificado o problema, o ideal é que o tratamento através de reeducação postural e fisioterapia seja feita antes dos 12 anos, idade em que a criança cresce mais rapidamente.

Cuidados com o médico: 

Fonte: Bolsa de Mulher