Pais, alunos e funcionários da escola Estadual Carlos Gomes realizam caminhada em Cacoal(Foto: Magda Oliveira/G1)
A reforma na Escola Estadual Carlos Gomes, em Cacoal (RO), município a 480 quilômetros de Porto Velho, que deveria ter sido encerrada em 180 dias, fez aniversário de dois anos. Para pedir agilidade na conclusão, pais, alunos e professores foram para as ruas do município em uma caminhada como forma de protesto. O engenheiro responsável pela obra e construção, Alesson Harmatiuk, disse que a demora está sendo motivada pela falta de repasse financeiro.

Os alunos saíram caminhando de frente da escola e a primeira parada foi no Ministério Público de Rondônia (MP-RO), onde citaram palavras de ordens como “Queremos soluções”. Os participantes tentaram chamar a atenção pedindo apoio através de um carro de som.

No local foi entregue um ofício para reforçar um abaixo assinado já feito pela comunidade escolar e denúncias já protocoladas no MP. Em seguida, os participantes seguiram para frente do prédio da Coordenadoria Regional de Educação de Cacoal (CRE).

Um ofício foi entregue ao MP-RO com o objetivo de que a instituição influencie no andamento da obra(Foto: Magda Oliveira/G1)
“A partir de agora, todos os dias a comissão de pais e eu estaremos visitando a obra, para saber o que está sendo feito, com o objetivo que seja concluído o mais rápido possível”, afirmou o coordenador regional de educação, Severino Bertino Neto. Alunos já foram remanejados e escola não podereceber todos de volta porque subestação nãofunciona perfeitamente (Foto: Magda Oliveira/G1)
Bertino explicou que a demora na troca da subestação é devido um repasse de aditivo de valor, que deve ser feito pela Secretaria Estadual de Planejamento, no valor de R$ 35 mil.

“Esse repasse está previsto para que seja feito o mais rápido possível”, afirmou.
Segundo Alesson Harmatiuk, a obra está paralisada oficialmente desde janeiro deste ano a pedido do Governo do Estado, por ajustes no projeto e aditivo.

“Esse aditivo é para a compra do material da subestação e dos banheiros. Então durante todos esses meses nós estamos trabalhando com a obra paralisada, para tentar agilizar a entrega.

Assim que o repasse no valor de R$ 35 mil for feito, em 30 dias concluímos o serviço e liberamos a escola”, garantiu Harmatiuk.
Está marcada para segunda-feira (16), uma reunião entre a promotoria do MP, a comissão formada pelos pais e a CRE de Cacoal.

A pauta será para pedir ajuda ao órgão na celeridade da conclusão das obras e retorno dos alunos para a escola. Reunião de pais termina com registro policial em Cacoal, RondôniaPor demora em reforma, professores devem paralisar atividades em CacoalCurto-circuitos fazem alunos mudarem de escola em Cacoal, ROCom obra inacabada, escola adia início das aulas em Cacoal, ROAlunos de escola estadual de Cacoal, são remanejados por causa de obra
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