Vária toras de madeiras apreendidas estão se acabando no pátio da Polícia Ambiental (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)
O pátio da Polícia Ambiental está com uma grande quantidade de madeira ilegal apreendida se estragando em Candeias do Jamari, município distante a 25 km de Porto Velho. Algumas cargas estão a tanto tempo esperando para serem liberadas que já estão em estado de decomposição. Os produtos apreendidos durante operações ambientais são levados para o pátio, onde aguardam tramite administrativo e judicial.

Segundo o Comandante do Batalhão da Polícia Ambiental, Rogério Torres, após a apreensão as madeiras que estão em boas condições podem ser doadas, porém, o tramite é muito burocrático e elas acabam estragando devido à exposição ao sol e chuva. Comandante Rogério Torres da Polícia Ambiental deRO(Foto: Reprodução/Rede Amazônica)
“São depositadas aqui até que ocorra o trâmite administrativo e judicial.

Elas só podem sair daqui depois que todo esse tramite ocorrer. Isso é deliberação de órgãos ambientais como a Sedam, Semibil ou IBAMA”, explicou o comandante.

Em 2015, foram registradas 665 ocorrências ligadas a questão de madeiras ilegais, em Porto Velho; 329 Machadinho do Oeste e Cujubim; 150 em Buritis e 140 em Ji-Paraná. Os principais alvos dos madereiros são as terras indígenas de proteção ambiental, é nessas áreas que estão às madeiras mais raras e conservadas e com maior valor no mercado.

No estado de Rondônia, cinco mil pessoas são empregadas legalmente no ramo madeireiro.
Para transportar a madeira, é necessário um documento que garante a origem que confirme para onde a carga está sendo levada.

Quando não existem esses documentos, a madeira é considerada ilegal e apreendida. Madeiras apreendidas estão estragando no pátio da Polícia Ambiental (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)
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