O Ceará fechou 4. 701 mil postos de trabalho no mês passado e teve o pior março dos últimos 13 anos, de acordo com dados divulgado nesta sexta-feira (22) pelo Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged). No Brasil, os números mostram as demissões superaram as contratações em 118.

776 vagas formais em março de 2016, no que foi o pior resultado, para este mês, desde o início da série histórica do governo, em 1995.
No Ceará, a retração no número de postos de trabalho equivale à queda de 0,40% em empregos celetistas em relação ao mês anterior.

O desempenho foi proveniente da redução do emprego principalmente nos setores da Indústria de Transformação (-1. 592 postos) e da Construção Civil (-1.

339 postos). Em março de 2016, Ceará fechou quase cinco mil postos de trabalho (Foto: Caged/Reprodução)
O Ceará vem de uma trajetória de queda na geração de empregos desde outubro de 2015, quando foram fechadas 4.

787 postos de trabalho. Já em fevereiro desta ano, foram 4,1 mil empregos a menos com carteira assinada.

Primeiro trimestre no paísNo acumulado do primeiro trimestre deste ano, o país perdeu 319. 150 empregos formais.

No mesmo período do ano passado, 50. 354 trabalhadores com carteira assinada foram demitidos.

Segundo o governo, o resultado dos três primeiros meses deste ano também foi pior, para este período, desde o início da série histórica do Ministério do Trabalho, em 2002.
Os números de criação de empregos formais do primeiro trimestre, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e fevereiro.

Os dados de março ainda são considerados sem ajuste. SetoresNo mês passado, quase todos os setores da economia demitiram trabalhadores, com exceção da administração pública, que contratou 4.

335 pessoas. O setor de comércio liderou o fechamento de vagas com carteira assinada em março deste ano, com 41.

978 demissões – seguido pela indústria de transformação (24. 856 vagas fechadas).

A construção civil fechou 24. 184 postos formais em março, ao mesmo tempo em que o  setor de serviços registrou a demissão de 18.

654 trabalhadores, segundo o Ministério do Trabalho. Já a agricultura teve o fechamento de 12.

131 postos de trabalho em março, enquanto que a indústria extrativa mineral demitiu 964 empregados no mês passado.
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