Investimentos anunciados para a educação somam R$ 140 milhões (Foto: Carlos Gibaja/Governo do Estado)
Cinco medidas para melhorias na educação foram anunciadas nesta segunda-feira (9) pelo governador do Ceará, Camilo Santana, durante reunião com o secretário Idilvan Alencar e os coordenadores dos Centros Regionais de Desenvolvimento da Educação (Credes), na sede da Secretaria de Educação do Ceará (Seduc), em Fortaleza.
Para implementar as ações o Governo do Estado vai investir cerca de R$ 140 milhões. Algumas das medidas anunciadas fazem parte da pauta de reivindicações dos professores da rede estadual de ensino, em greve há 15 dias.

“Outros pontos da pauta de reivindicações continuam em negociação. Reitero minha disposição de continuar com o diálogo franco e aberto com gestores e com o sindicato que representa a categoria dos professores com o intuito de fortalecer nossa educação e garantir um ensino de qualidade para os estudantes cearenses”, afirmou Camilo Santana.

AçõesPara reformas e melhoria na estrutura física das escolas da rede estadual, Camilo Santana anunciou investimento de R$ 32 milhões. Também foi anunciado a criação de um suprimento de fundos para as 709 escolas da rede estadual no valor adicional de R$ 5 milhões ao ano, a fim de agilizar e facilitar a gestão da escola em relação aos problemas rotineiras, como reposição de material, conserto de equipamentos etc.

Durante o encontro, Camilo Santana afirmou que serão investidos R$ 17,5 milhões na aquisição de cinco mil computadores para as escolas estaduais no período até 2017. Além dos recursos repassados atualmente para esse fim, o Governo do Estado vai adquirir gêneros alimentícios (arroz, feijão, macarrão, massa de milho e açúcar) para as escolas.

Nesta ação, o Governo vai investir R$ 6,4 milhões ao ano. O governador anunciou também acréscimo de 100 horas mensais para ambientes pedagógicos (laboratórios e multimeios) nas escolas de ensino regular, centros de educação de jovens e adultos, escolas indígenas e quilombolas, além de 125 horas mensais nas escolas de educação profissional, destinados à oferta de disciplinas vinculados ao currículo do aluno, a serem definidas por professores, gestores e alunos.

O custo das horas adicionais acarretará custo de R$ 12,5 milhões aos cofres do estado.
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