Helicóptero foi levado para o hangar de propriedade do ex-deputado (Foto: Jackcson Félix/G1)
O ex-deputado federal e empresário Raul Lima saiu ileso de um pouso forçado de helicóptero nesta terça-feira (19) na região do Barra do Vento, zona Rural de Boa Vista. Lima fazia um sobrevoo por volta das 6h e, devido à mudança de clima, a aeronave teve de fazer o pouso antes do previsto.
De acordo Rodrigo Couto, piloto do helicóptero modelo Robinson 44 Raven II, que pertence ao ex-deputado, estava previsto um sobrevoo de 30 minutos sobre a área do Distrito Industrial quando teve a mudança climática e o passeio foi cancelado.

Couto também não teve nenhum ferimento grave.
“Logo após a decolagem, as condições meterológicas começaram a mudar.

Informei ao controle do voo em Boa Vista e disse que estava retornado devido às mudanças”, explicoiu Couto. A torre de controle da Infraero teria sido informada e autorizou o pouso.

No pouso, segundo relata o piloto, o helicóptero bateu em uma cerca de arame próximo à pista, com isso, o rotor e a cauda da aeronave quebraram, e o helicóptero tombou. Ex-deputado federal e empresário Raul Limagarante que está bem(Foto: Reprodução/Facebook/Raul Lima)
Por telefone, Raul Lima infomou ao G1 que ele e o piloto passam bem e não teriam tido nenhum ferimento aparente.

“Não teve necessidade de irmos ao hospital. Só estou sentido umas dores, principalmente na coluna.

Não foi nada grave”, garantiu.
Segundo Raul Lima, o sobrevoo seria realizado para que ele pudesse verificar propriedades que pretende comprar na região.

A Infraero confirmou que o voo estava regular e que havia sido informado à Salas de Informação Aeronáutica de Aeródromo (Sala AIS). “Informamos todo o plano de voo a Sala AIS do Aeroporto de Boa Vista na tarde ontem (segunda, 18)”, ressaltou o piloto.

Acidente deve ser investigadoO acidente deve ser investigado pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa). “A equipe técnica já foi ao local para fazer a perícia”, informou um servidor do órgão, acrescentando que um laudo sobre o que motivou o acidente deve sair em seis meses.

.