Aedes aegypti, mosquito transmissor de zika, dengue, chikungunya e febre amarela, é visto sobre pele humana em laboratório (Foto: Luis Robayo/AFP)
Agentes de saúde e de endemias, com a ajuda de militares, visitaram 211. 233 domicílios e prédios públicos, comerciais e industriais no Amazonas durante a segunda fase da mobilização nacional para o combate ao mosquito Aedes aegypti. Os números fazem parte do balanço do segundo ciclo divulgado pela Sala Nacional de Coordenação e Controle para o Enfrentamento da Dengue, Chikungunya e Zika (SNCC), coordenada pelo Ministério da Saúde, divulgado na sexta-feira (8).

A fiscalização ocorreu no mês de março. Em todo o país, 35 milhões de locais foram visitados.

Desse total, 29,2 milhões foram efetivamente vistoriados e 5,6 milhões estavam fechados ou houve recusa para o acesso. No Amazonas, 23,83% do total de 886.

361 imóveis foram fiscalizados. Foram encontrados focos do mosquito em 912 mil unidades pelo país.

Os estados que registraram maior número de visitas foram Tocantins com 98% da totalidade de imóveis visitados e Piauí com 90%.
Durante o mês de março, 90% das cidades, ou seja, 5.

055 dos 5. 570 existentes em todos os estados do Brasil notificaram as visitas no Sistema Informatizado de Monitoramento da Presidência da República (SIM-PR).

Os dados são gerenciados pela Sala Nacional com base nas informações transmitidas pelas salas estaduais, a partir da mobilização para realização de visitas pelos municípios.
O primeiro ciclo da mobilização, entre janeiro e fevereiro, alcançou 88% locais, com a soma de 59 milhões visitados, sendo 47,8 milhões trabalhados e 11,2 milhões que estavam fechados ou houve recusa para o acesso.

Segundo o IBGE, o Brasil conta com 67 milhões de domicílios.
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