Artistas de diversos segmentos culturais fizeram apresentações (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Um grupo formados por artistas e produtores promovem na manhã desta quinta-feira (14), um ato cultural contra a possível fusão das secretarias de Estado da Cultura (Secult) e de Desporto e Lazer (Sedel). O ato acontece na Praça da Bandeira, no Centro de Macapá. Ato cultural se concentrou na Praça da Bandeira,no Centro da capital (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
“A Secult precisa existir para que a classe artística passe a captar recursos do Sistema Nacional de Cultura.

O Ministério da Cultura orienta a criação das secretarias para ter acesso às verbas federais e aqui no Amapá está acontecendo um retrocesso, porque já tínhamos passado por isso, estamos organizados para acessar recursos federais com o sistema estadual de cultura, e assim parar de depender 100% da verba estadual”, disse o cantor Finéis Nelluty.
O movimento, que é organizado pela classe, conta com manifestações artisticas dos diversos segmentos culturais.

O movimento artístico inicou, através das redes sociais, uma petição pública contra a fusão das secretarias. O documento será entregue ao poder executivo.

A petição, aberta em um site especializado em coleta de assinaturas, expõe motivos que os mobilizadores acreditam sustentar a permanência da secretaria de Cultura. Manifestação reuniu artistas contra fusão da Secult com a Sedel (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)FusãoO subcontrolador-geral do Estado Carlos Matias assumiu interinamente a Secult com a função de liquidar as dívidas e iniciar os estudos para a junção da pasta à Sedel.

Matias informou que vai se reunir com o setor cultural para socializar as mudanças que devem ocorrer na gestão.
A medida governamental em busca de economia para a máquina pública deve levar meses, portanto não há data programada para a fusão, informou o governo do Amapá.

Na sexta-feira (8), quando foi anunciada a fusão, o produtor cultural Disney Silva deixou de ser titular na Secult.
Após os estudos e mudanças aplicados à pasta de cultura é que o processo de transição se voltará para a Sedel, conforme o governo.

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