Estrutura apresenta partes quebradasque não receberam reforma, segundo os moradores (Foto: Jéssica Alves/ G1)
Moradores de uma área alagada na Avenida dos Guaranis, no bairro Buritizal, Zona Sul de Macapá, reclamam das condições das pontes de madeira que dão acesso às residências. A estrutura é antiga e com isso, em muitos pontos o material quebrou, oferecendo riscos para a comunidade, de acordo com eles. Vânia Trindade relata que enfrenta dificuldadespara andar no local (Foto: Jéssica Alves/G1)
As passarelas estão tomadas pelo mato.

A comunidade pede reforma urgente para o local, pois segundo os moradores, o último serviço foi realizado em 2007. A prefeitura de Macapá informou que fará uma reunião na manhã de quarta-feira (11) com a comunidade para informar aos moradores sobre futuros projetos que serão realizados na área.

A funcionária pública Vânia Trindade, de 36 anos, relata que enfrenta dificuldade para trafegar na ponte. Ela mora no bairro há 6 anos e diz que os vizinhos muitas vezes não conseguem sair de casa.

“Um amigo meu já quebrou a perna quando uma parte da ponte cedeu e tenho uma vizinha que é cadeirante e não pode sair de casa, pois mora em uma área muito arriscada e longe do início da ponte. É uma situação complicada.

Eu mesma quase caí duas vezes porque tenho dificuldade em andar aqui”, reclamou. Maria Trindade diz que evita sair de casa à noite(Foto: Jéssica Alves/G1)
A aposentada Maria Trindade, de 74 anos, conta que evita sair de casa no período noturno, pois tem dificuldade em enxergar o caminho e com isso, tem medo de pisar em uma parte frágil na ponte.

“Essa situação não muda, e de noite nem saio de casa porque moro sozinha e tenho medo de me machucar nessa ponte. Durante o dia ainda tenho a ajuda dos vizinhos para sair e resolver minhas coisas.

Mas depois das 18h, fico em casa”, disse a moradora.
A Secretaria Municipal de Obras (Semob) informou que um projeto de reforma para as pontes em Macapá está em processo de formulação, com a visita de técnicos na comunidade do bairro Buritizal.

Passarelas estão com estrutura antiga e tomadas pelo mato (Foto: Jéssica Alves/G1)
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