Suspeitos foram presos horas antes de crime (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Sete pessoas suspeitas de integrar uma quadrilha de assaltantes foram presas no momento em que se prepararam para roubar uma faculdade de odontologia, localizada na Rua Leovegildo Coelho, Centro de Manaus. Uma secretária e um segurança do centro de ensino estão entre os suspeitos. Eles repassavam informações aos comparsas, segundo a polícia.

Cassi Jones Bastos da Silva, 20; Clorisvaldo Pinheiro Marques, 23; Hugo Sales da Silva, 24; Laurilene Fernandes dos Santos, 20; Patrick Igor da Silva Carneiro, 23; Rodrigo Ferreira Soares, 28, e Rodrigo da Silva Pinheiro, 33, foram detidos na terça-feira (11). Na segunda, eles traçaram planos de rota de fuga para deixar o local após o crime.

O delegado titular da Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (Derfd), Adriano Felix, informou que os suspeitos estavam sendo investigado desde abril, depois que eles roubaram R$ 100 mil em joias e dinheiro de um estabelecimento. O nome do local alvo dos criminosos foi mantido em sigilo para não atrapalhar as investigações.

Laurilene Fernandes dos Santos era funcionáriada empresa (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Felix disse que durante o monitoramento a polícia constatou que eles pretendiam roubar a faculdade na manhã de terça. Os envolvidos foram detidos por volta das 9h nas proximidades da unidade de ensino.

Ainda conforme o delegado, os assaltantes recebiam informações privilegiadas por meio da secretária e do segurança da instituição. E o crime foi planejado para ocorrer no dia 10, data em que era efetuado o pagamento do aluguel do imóvel de R$ 32 mil, além do pagamento de salário de funcionários da empresa.

Clorisvaldo Pinheiro Marques era segurança(Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Clorisvaldo Pinheiro Marques, que era segurança da instituição, confirmou que agiu com o grupo. “Eu passei informações para o grupo, mas não sou é integrante da quadrilha”, disse na delegacia.

Com os suspeitos, a polícia apreendeu um carro, uma motocicleta, além de um revolver calibre 34.
Com a exceção de Laurilene, todos os outros envolvidos têm passagem pela polícia por roubo e tráfico.

O delegado Adriano Felix afirmou que não descarta o envolvimento deles em crimes de homicídios em Manaus.
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