Agentes de endemias e de saúde paralisaram nesta quinta-feira (14) (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Agentes comunitários de saúde e de combate às endemias de Macapá fizeram um ato unificado nesta quinta-feira (14). Os profissionais se concentraram na Praça da Bandeira, no Centro da capital, e caminharam em protesto até a sede da Prefeitura de Macapá. Jó Pereira, presidente do Sindicato dos AgentesComunitários (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
A categoria dos agentes comunitários pede o pagamento do piso salarial nacional, instituído na lei 12.

994 do Governo Federal, fixado no valor de R$ 1. 014.

Os profissionais também cobram o repasse de recursos aos trabalhadores, através do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade na Atenção Básica (PMAQ), que visa incentivar gestores e equipes a melhorarem a qualidade dos serviços de saúde.
“Nós estamos reivindicando o piso nacional, que o Ministério da Saúde transfere recurso para o município e que infelizmente ele não paga integralmente.

O município paga um valor abaixo. Queremos que ele possa fazer esse repasse aos agentes de saúde.

Já tentamos mesa de negociação, mas o nosso sindicato não foi chamado para participar de nenhum acordo”, disse o presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde de Macapá, Jó Pereira.
As demandas dos agentes de combate às endemias são as mesmas reivindicadas pelos agentes comunitários, declarou a representante do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Sindsaúde), que defende a categoria.

Os profissionais pretendem reunir em assembleia na segunda-feira (18) para decidir se entrarão em greve no município.
A Secretaria Municipal de Administração (Semad) ficou de se posicionar sobre o assunto ainda nesta quinta-feira.

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