Suspeitos presos são apontados como integrantes de facção criminosa em Alagoas (Foto: Jonathan Lins/G1)
A Polícia Civil de Alagoas apresentou, na tarde desa quarta-feira (13), suspeitos de integrar uma facção criminosa que agia dentro de fora dos presídios, sendo responsável por cometer diversos crimes no estado, principalmente no município de Rio Largo, localizado na Região Metropolitana. De acordo com o delegado Ronilson Medeiros, a facção tem origem no estado do Rio de Janeiro e foi articulada também no interior alagoano. Os suspeitos são apontados como autores de crimes como homicídios, roubos e tráficos de drogas.

“Acreditamos que essa célula tenha sido totalmente desarticulada com essas prisões”, informou o delegado.
Segundo as investigações, José Edson da Silva Moraes é o presidente da facção em Alagoas, comandando todo o esquema de dentro do presídio do Agreste.

Ele pagavaR$ 200 para quem levasse cartas até o presídio, sendo esta a forma como se comunicava com os integrantes do grupo.
Já Raiane Aureliano dos Santos, conhecida como bela ou belinha, levava as cartas para o presídio do Agreste.

Ela comandava ainda as finanças do grupo, também organizava o tráfico com o outro suspeito, identificado como Flávio Alexandre Alves.
Alves, segundo a polícia, teria cometido vários homicídios, roubos e usava notas falsas.

Ele já foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e tem um mandado em aberto contra a sua pessoa.
José Santos da Silva, chamado de Pica Pau, é apontado como gerente geral do tráfico e braço direito de Flavinho.

Ele estava foragido do presídio desde 2011, e também tem um mandado em aberto por assassinato e tráfico de drogas.
Outro intregrante apontado pela polícia é Leandro Carlos Silva dos Santos, que é suspeito de roubo, fornecimento de armas para os demais integrantes do grupo, além de traficar drogas e assaltos.

Rafael Lucas Costa do Amaral é o conselheiro do grupo no estado, dando ordem para reeducandos de dentro e fora dos presídios. O suspeito José Jalmir dos Santos comanda o tráfico em União dos Palamares e dá ordem de dentro dos presídios.

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