Profissionais da educação iniciaram greve por 11 dias em Macapá (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Profissionais de educação de Macapá iniciaram na manhã desta quinta-feira (14) uma greve pelo período de 11 dias. A categoria se concentrou na Praça da Bandeira, no Centro da capital, e seguiu para a frente da sede da Prefeitura de Macapá, onde seguem ocupando o trecho da Avenida FAB, entre as ruas Odilardo Silva e Eliezer Levy. Categoria pede cumprimento de acordos eprogressões (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Entre as reinvindicações dos professores, pedagogos e auxiliares educacionais está o cumprimento de um acordo firmado entre a categoria e a prefeitura em 2015, ao finalizar a greve municipal da educação na época.

Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos em Educação do Amapá (Sinsepeap) não foi cumprida a publicação dos reajustes das tabelas salariais no Diário Oficial, tornando o ato sem valor jurídico. Também não aconteceram as progressões funcionais desde 2011, além disso não foi implantada a gestão democrática – quando o diretor da escola é eleito pela comunidade.

“A categoria não aceita 0% de reajuste, e 0% de progressão na carreira. A gestão precisa se posicionar em favor da carreira, que é uma luta dele também.

Nossa luta é pela valorização da carreira e pelo cumprimento de acordos. Hoje começa a nossa greve por 11 dias e convidamos todos os servidores que ainda estão na escola.

Nós estamos lutando por todos”, disse a secretária geral da executiva municipal do Sinsepeap, Iara Marques.
Segundo o Sinsepeap, as publicações não representam gastos a mais para a prefeitura.

Os valores concedidos desde 2011 já estão no contracheque do servidor, mas precisam de amparo legal para serem incluídos nos valores dos salários da previdência.
A categoria chegou a paralisar as atividades por dois dias, de quinta-feira (7) a sábado (9) cobrando as mesmas reinvindicações da greve, que deve encerrar no dia 24 de abril.

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