Kezia foi presa na manhã desta quarta-feira (27) pela Polícia Civil (Foto: Indiara Bessa/G1 AM)
Uma mulher, de 30 anos, foi presa nesta quarta-feira (27) suspeita de cometer vários estelionatos desde 2012, em Manaus. De acordo com a Polícia Civil, Kezia Macedo da Silva fazia depósitos falsos para vendedores que anunciavam produtos online. Além disso, ela também é citada em 30 boletins de ocorrência por suspeita de aplicar outros golpes.

Kézia da Silva foi presa por volta de 7h, na casa onde mora no bairro Cidade de Deus, Zona Norte da capital. A polícia chegou até a suspeita após três homens relatarem ter sido lesados pela mulher.

Na ocasião, ela teria entrado em contato com vendedores de joias em sites de compra online.
De acordo com uma das vítimas, um empresário de 35 anos que não quis se identificar na reportagem, a mulher simulou a compra de uma joia.

Entretanto, na hora de realizar o pagamento do produto, a suspeita depositou envelopes vazios na conta do vendedor.
“Coloquei um anúncio e ela ligou.

No outro dia a encontrei no shopping para fazer negócio. Ela passou no meu restaurante, disse que ia depositar e algumas horas depois voltou com o comprovante da transação.

Quando foi olhar minha conta depois não tinha dinheiro nenhum”, contou a vítima.
Segundo a polícia, as três vítimas totalizaram prejuízo de R$ 8 mil.

Além deste tipo de golpe, ela também é suspeita de vender propriedades de terceiros. Kezia da Silva ainda é investigada por vender uma casa, que ela ganhou por meio da Superintendência de Habitação do Amazonas (Suhab), para pelo menos 30 pessoas diferentes.

A suspeita disse ao G1 que não tinha nada para declarar sobre os crime.
Conforme o delegado do 13º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Jander Mafra, a mulher cometia crimes de estelionato há quatro anos.

“Na delegacia nós temos três vítimas, mas puxamos no sistema e vimos que ela é citada em 30 B. Os.

A partir de agora nós esperamos que mais vítimas apareçam, porque ela participa esses crimes deste 2012″, completou.
Kezia da Silva foi conduzida ao 13º DIP, responsável pela prisão.

Ela deve permanecer no local até o término dos procedimentos legais. Da unidade, ela deve ser encaminhada à uma unidade prisional da cidade, onde permanecerá á disposição da Justiça.

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