Radares foram retirados em março de 2015 (Foto: Mário Oliveira/Semcom)
Um ano após a retirada dos 36 radares de fiscalização de trânsito das avenidas de Manaus, ainda não há previsão para abertura de nova licitação e seleção da empresa que irá instalar novos equipamentos eletrônicos na capital. Os radares foram retirados das ruas em março de 2015, devido à quebra de contrato com a empresa responsável pelo serviço na capital, de acordo com informações repassadas pelo Instituto Municipal de Fiscalização e Engenharia de Trânsito (Manaustrans).
O prefeito Artur Neto afirmou, durante coletiva, que ainda não há previsão para abertura de novo processo licitatório.

“Pedi urgência. Quero ver o que temos pelo Brasil com preço conveniente e tecnologia eficaz para fazermos uma coisa provisória que seria, de agora até dezembro.

Enquanto prepararmos uma licitação que haveria de privilegiar a seriedade, a tecnologia de primeira, algo mais que simples radares, algo que significasse um passo diante do sistema de mobilidade urbana em Manaus”, afirmou. Além de ter a arrecadação suspensa, a retirada de radares interfere na segurança dos motoristas, conforme defende o prefeito.

“Sem radares acontece duas coisas, a prefeitura deixa de arrecadar em cima de infratores e não poder evitar que infratores se excedam na velocidade. Os radares são necessários ate para diminuirmos índices de acidentes”, explicou.

 No segundo semestre de 2015, foi suspenso o processo licitatório para contratação de empresa que iria prestar serviço de monitoramento e fiscalização do trânsito em Manaus. “Quando eu vi uma licitação, sobre a qual começarem a surgir algumas dúvidas, eu anulei e tomei medidas que mexeram com a estrutura do Manaustrans”, revelou.

O Manaustrans informou que atualmente as ruas de Manaus são monitoradas por meio de agentes de trãnsito que ficam posicionados em pontos estratégicos da cidade. Segundo o orgão, ações pontuais acontecem em áreas de intenso fluxo de carros.

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