Adenisse Monteiro (de rosa) e amigos são voluntários no Ijoma (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Há 6 anos ofertando serviços no Amapá, o Instituto do Câncer Joel Magalhães (Ijoma) faz parte da vida de muitos voluntários e pacientes de câncer atendidos na entidade. Na manhã desta quarta-feira (20) aconteceu a celebração do 6º aniversário do Ijoma, com ação social e corte do bolo de 6 metros de comprimento. A comemoração aconteceu na quadra da Igreja Jesus de Nazaré, na Zona Central de Macapá.

Maria Darque tornou-se voluntária após maridoprecisar de apoio em tratamento contra o câncer(Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Após o marido descobrir que tinha câncer, em 2015, e precisar de ajuda no tratamento, a auxiliar de serviços gerais Maria Darque, de 42 anos, tornou-se voluntária na instituição.
“O Ijoma nos deu uma grande ajuda quando descobrimos o câncer do meu marido.

Recebemos cesta básica enquanto ele fez o tratamento. Como estudo serviço social, ajudo o Ijoma conversando com os pacientes e também no que posso.

Graças a Deus hoje existe o Ijoma”, comemorou Maria Darque.
A atenção do instituto com as pessoas carentes chamou a atenção da massoterapeuta Adenisse Maria Moraes, de 42 anos.

Ela passou a ser voluntária no Ijoma há 2 anos e disse que sente-se bem ajudando pacientes com câncer.
“Eu ajudo de todas as formas.

Não sou voluntária somente como massoterapia. Eu sei que o trabalho do padre é bem honesto, compromissado e ele realmente ajuda as pessoas que precisam”, disse, referindo-se ao padre Paulo Roberto Matias, presidente do Ijoma.

Antônio de Alonsso aproveitou ação social e renovoucarteira de identidade (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)
Na comemoração foram oferecidos atendimentos médicos, cortes de cabelo, emissão de documentos e recreação. O autônomo Antônio de Alonsso, de 46 anos, aproveitou a oportunidade para renovar a carteira de identidade.

“Tirei uma nova carteira de identidade, que estava muito antiga. Aproveitei logo a oportunidade.

Conheci os serviços do Ijoma hoje, e achei um trabalho excelente. São 6 anos de muito compromisso com pacientes de câncer”, falou o autônomo.

O instituto é uma entidade sem fins lucrativos, que sobrevive de doações e parcerias. Atualmente, a instituição pretende concluir a obra de um laboratório no Amapá para ajudar na prevenção e diagnóstico dos diversos tipos de câncer.

“O Ijoma, além de ser uma casa de apoio, também se dedica à prevenção. Aqueles que não têm condições de pagar exames, como muitos não têm, procuram o Ijoma, e quando temos dinheiro em caixa, fruto de doações, a gente paga, compra medição e ajuda da forma que pode”, concluiu uma das coordenadoras do instituto, a assistente social Geane Azevedo.

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