Foto de 20 de janeiro mostra Amir Hekmati, ex-marine que ficou preso no Irã, falando à imprensa ao chegar em Flint, Michigan (Foto: SARAH RICE / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)
Um ex-marine, que foi acusado pelo Irã de espionagem e que ficou detido naquele país durante quatro anos e meio, apresentou uma ação contra Teerã pelo “prolongado e contínuo abuso físico” que diz ter sofrido enquanto esteve preso.
De acordo com a ação apresentada em Washington na segunda-feira, Amir Hekmati, um homem com dupla nacionalidade iraniana e americana, proveniente de Michigan, foi submetido a abusos psicológicos e físicos enquanto esteve detido na prisão iraniana de Evin.
Durante o tempo em que esteve detido, Hekmati foi “açoitado na parte inferior dos pés, atacado com uma arma Taser na região dos rins, obrigado a permanecer em posições incômodas durante horas e levou golpes de bastão”, segundo a ação.

O ex-marine tinha ido visitar familiares em Teerã em agosto de 2011 quando foi detido por policiais iranianos.
Hekmati foi liberado em um intercâmbio de prisioneiros em janeiro.

Junto com ele foram libertados outros três iraniano-americanos e um americano em troca do indulto de Washington a sete iranianos e da retirada da ordem de prisão para outros 14.
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Fonte: G1