Os jornais internacionais desde o começo da manhã desta quarta-feira (11) têm destacado a votação no Senado sobre o afastamento da presidente Dilma Rousseff. Periódico argentino Clarín afirma que mandato de Dilma pode estar com as horas contadas. Por ocasião da votação na Câmara dos Deputados, 52 jornais, rádios e TVs de 21 países do mundo estavam na capital federal para acompanhar o desfecho da crise.

Le Monde afirma que Dilma Rousseff ‘suas últimas horas no comando do país’ (Foto: Reprodução/G1)
O francês Le Monde afirma que a chefe de estado brasileira pode estar vivendo “suas últimas horas no comando do país”. O jornal destaca que a “impopular dirigente de esquerda” não parece contar com a ajuda do Supremo Tribunal Federal para escapar do afastamento embora aliados tenham entrado com um recurso no último momento.

Jornal El País classificou o recurso como ‘desesperado’ (Foto: Reprodução/G1)
O espanhol El País classificou o recurso como “desesperado” e também considerou improvável a aceitação do pedido por parte da suprema corte.CNN destaca que ‘destino de Dilma Rousseff está nas mãos do Senado’ (Foto: Reprodução/G1)
“Impeachement no Brasil: destino de Dilma Rousseff nas mãos do Senado”, diz a americana CNN.

Após explicar que o processo que levará ao afastamento de até 180 dias chegou ao estágio final com votação no Senado prevista para esta quarta. A versão online destaca levantamento publicado pela imprensa brasileira que indica a tendência de aprovação do afastamento.

Argentino Clarín lembra que parlamentares que votam afastamento de Dilma são suspeitos de corrupção. (Foto: Reprodução/G1)
Já o site do argentino Clarín afirma que Dilma chegou “Dia D tantas vezes antecipado desde que assumiu a sua segunda gestão” e destaca que ela está com as “horas contadas”.

O jornal lembra que o Senado brasileiro é composto de legisladores que já foram acusados de ter envolvimento em corrupção.O jornal traz um estudo da ONG Transparência Brasil que mostrou que 58% dos parlamentares estão envolvidos em causas de improbidade administrativa e corrupção passiva.

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Fonte: G1