Incêndio já destruiu mais de 1.000 quilômetros quadrados de florestas (Foto: Jason Franson /The Canadian Press via AP)
Autoridades canadenses temem que o enorme incêndio que atinge o estado de Alberta possa dobrar de tamanho até o final deste sábado (7). Ainda não há previsão para o controle do fogo que, desde domingo (1º), destruiu mais de 1.

000 quilômetros quadrados de florestas e fez com que mais de 80 mil abandonassem suas casas.
Chad Morrison, gerente de prevenção aos incêndios de Alberta, disse que havia uma “grande potencial que o fogo poderia dobrar de tamanho” em 24 horas, de acordo com a agência Associated Press.

O ar seco, ventos fortes e a temperatura alta favorecem a propagação do fogo. A temperatura prevista é de 27°C neste sábado e ventos de até 70 km por hora.

Segundo Morrison, não chove de forma significante na região há pelo menos dois meses. No entanto, condições mais frias e a possibilidade de chuva são esperadas neste domingo.

Para Morrison, somente condições ambientais serão capazes de acabar com o incêndio.
“Este fogo vai continuar a queimar por muito tempo até que vejamos alguma chuva significativa”, disse.

Fogo é combatido por 1.200 bombeiros, auxiliados por 110 helicópteros, 27 aviões-tanque (Foto: Jonathan Hayward/The Canadian Press via AP)
Mais de 80.

000 pessoas deixaram a cidade de Fort McMurray, centro da produção de petróleo do estado de Alberta e a região mais atingida pelo incêndio, onde o fogo tem consumido mais de 1.600 residências.

A polícia e os militares estão supervisionando centenas de veículos que estão deixando a cidade.
Nesta sexta-feira, havia 40 incêndios florestais ativos em Alberta, incluindo cinco fora de controle, combatidos por 1.

200 bombeiros, auxiliados por 110 helicópteros, 27 aviões-tanque e 295 escavadeiras, de acordo com a agência France Presse.
As causas do incêndio, que começou no domingo (1), ainda são investigadas.

Não há registros de mortos diretamente ligados ao incêndio.Mais de 80.

000 pessoas deixaram a cidade de Fort McMurray, em Alberta, Canadá (Foto: REUTERS/Mark Blinch)
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Fonte: G1