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Em sessão tumultuada da comissão de impeachment, o jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impedimento da presidente Dilma, afirmou que as “pedaladas fiscais” constituem “crime grave”.

O ministro do STF Marco Aurélio disse que, sem crime de responsabilidade, o impeachment “transparece a golpe”. A cerimônia da 3ª fase do Minha Casa, Minha Vida se transformou em ato de apoio político a Dilma, e o discurso dela foi interrompido várias vezes pelo coro da plateia.

Nova pesquisa Ibope sobre a avaliação do governo mostra que 10% o consideram ótimo ou bom; 19%, regular; e 69%, ruim ou péssimo; 1% não soube opinar. Foram ouvidas 2.

002 pessoas, entre os dias 17 e 20 de março, em 142 municípios.
A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, disse que ela e os outros 5 ministros do partido vão continuar no cargo – e no PMDB, sem se licenciar do partido.

A decisão contraria a decisão de romper com o governo e entregar postos no Executivo.
Até o momento, o único a sair foi George Hilton, do PRB, que deixou o Ministério do Esporte.

Já o PP disse que decidirá sobre sair da base perto da votação do impeachment – assim como o PR.
A Procuradoria Geral da República apresentou nova denúncia contra 7 políticos na Lava Jato, todos do PP (Partido Progressista).

É a 8ª denúncia sobre o esquema de corrupção na Petrobras apresentada ao STF.
O relator do Conselho de Ética quer ouvir o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), além de delatores da Lava Jato, como testemunhas.

Cunha é acusado de ter mentido sobre ter contas no exterior – ele diz que não é dono delas, mas sim “usufrutuário”.
Após ser acusado de tentar “liquidar” o Conselho de Ética com projeto que prevê redistribuir as vagas em comissões da Câmara, Cunha voltou atrás e disse que agiram de “má-fé” ao acusá-lo de manobra.

Agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) usa um radar-pistola para verificar a velocidade de motociclistas na Radial Leste, na cidade de São Paulo (Foto: Márcio Fernandes/Estadão Conteúdo/Arquivo)
O número de multas por excesso de velocidade disparou no ano em que a Prefeitura de SP reduziu o limite nas principais vias da cidade. Foram 5,1 milhões de multas em 2015, 65% a mais do que as 3,1 milhões registradas no ano anterior.

Por outro lado, as mortes caíram 20,6% na mesma comparação. Se consideradas todas as infrações, incluindo desrespeito ao rodízio e ao semáforo vermelho, foram 13,3 milhões de multas – 43% a mais que as 9,3 milhões de 2014.

As contas do setor público consolidadas (que englobam governo, estados, municípios e  empresas estatais) tiveram o pior resultado para fevereiro em 15 anos. Foram R$ 23,04 bilhões de déficit primário (despesas maiores que receitas, sem contar os juros da dívida pública).

Quer saber mais? Veja as principais notícias do G1 nesta quarta (30).
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Fonte: G1