Uma réplica de tremor de 5,5 de magnitude foi registrada nesta terça-feira (19) na região do norte do litoral do Equador, em que ocorreu o terremoto do último sábado que deixou pelo menos 480 mortos.De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o epicentro deste terremoto foi registrado a 4 km da cidade de Muisne e a 15,4 km de profundidade.
O Instituto Geofísico (IG) da Escola Politécnica Nacional informou à Agência Efe que a réplica foi sentida na capital Quito, situada cerca de 160 quilômetros ao leste da área do epicentro do sismo, assim como nas cidades litorâneas de Guayaquil e Manta.

Na capital do país a réplica foi sentida levemente, da mesma forma que em Guayaquil, mas em Manta foi “mais forte”, segundo afirmou o IG.
Até o momento, acrescentou, foram registradas 436 réplicas do sismo principal, que ocorreu às 18h58 de sábado (horário local, 20h58 de Brasília), entre as cidades de Pedernales e Cojimíes, na província de Manabí, contígua com Esmeraldas, que também foi castigada pelo tremor.

Pelo menos 480 mortos, 2.560 feridos e 1.

700 desaparecidos é o novo balanço do poderoso terremoto que atingiu o país, segundo informou nesta terça Diego Fuentes, vice-ministro do Interior.BuscasPerto de completar o prazo decisivo de três dias para encontrar sob os escombros sobreviventes do forte terremoto, bombeiros e equipes de resgate prosseguem nesta terça com os trabalhos para tentar detectar sinais de vida nas ruas devastadas.

Impacientes e cansados, mas ainda com esperança, parentes de desaparecidos acompanham as tarefas de resgate do que o presidente Rafael Correa chamou de “pior tragédia em 67 anos”.Uma enorme rachadura é vista na estrada entre Pedernales e Jama, no Equador, após um terremoto na costa do Pacífico (Foto: Guillermo Granja/Reuters)Morador abre os braços em frente a um prédio desmoronado após um terremoto atingir a costa do Pacífico em Portoviejo, no Equador (Foto: Henry Romero/Reuters)Carro esmagado é visto sob destroços de um prédio que desabou devido ao terremoto em Manta, no Equador (Foto: Luis Acosta/AFP)
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Fonte: G1