A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) perdeu força nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em março. A menor variação partiu de Salvador (de 0,37% para 0,15%) e a maior, de Porto Alegre (de 0,75% para 0,7%).Elevador Lacerda, em Salvador.

(Foto: Egi Santana)
Em Brasília, passou de 0,4% para 0,23%; em Belo Horizonte, de 0,63% para 0,45%; no Recife, de 0,59% para 0,34% e, em São Paulo, de 0,77% para 0,64%.
Considerando todas as capitais, a inflação pelo IPC-S desacelerou de 0,61% na terceira para 0,50% no fechamento de março.

Com este resultado, o indicador acumula alta de 3,07%, no ano e, 9,37%, nos últimos 12 meses.
Nesta apuração, sete das oito classes de despesa que integram o cálculo do IPC-S registraram taxas menores, com destaque para o grupo de gastos relativos a transportes (de 0,64% para 0,43%).

O item que mais influenciou foi o etanol – taxa passou de 3,44% para 2,18%.
Seguiram o mesmo comportamento, de desaceleração, os grupos de despesas diversas (de 1,88% para 1,02%); alimentação (de 1,20% para 1,15%); de habitação (de -0,07% para -0,15%); saúde e cuidados pessoais (de 0,71% para 0,64%); comunicação (de 0,98% para 0,70%); e vestuário (de 0,36% para 0,32%).

Na contramão, o grupo educação, leitura e recreação acelerou, de 0,14% para 0,19%.Veja a variação de preços de alguns itens:Passeios e férias (de -2,10% para -1,62%)Cigarros (de 3,97% para 2,12%)Bares e restaurantes (de 0,78% para 0,53%),Tarifa de eletricidade residencial (de -3,26% para -3,41%)Artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,76% para 0,41%)Tarifa de telefone móvel (de 1,79% para 1,52%)Calçados femininos (de -0,71% para -0,96%) 
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Fonte: G1